Texto-Base: “Por isso Davi não trouxe a arca a si, à cidade de Davi; porém a fez levar à casa de Obede-Edom, o giteu. Assim ficou a arca de Deus com a família de Obede-Edom, três meses em sua casa; e o Senhor abençoou a casa de Obede-Edom, e tudo quanto tinha”. (I Cr 13:13-14)
A Arca e a casa de Obede-Edom
Encontramos um homem chamado Obede-Edom, que era levita, cuja descendência serviu ao Senhor fazendo parte dos cantores dos turnos de adoração 24 horas diante da arca da aliança (I Cr 15:21, 25; 16:5), na época do rei Davi. Ele recebeu uma bênção muito especial quando o rei estava levando a arca para Jerusalém. Vejamos como isto aconteceu (II Sm 6:1-23; I Cr 13).
Davi recebera a coroa para reinar sobre toda a nação unificada, tendo estabelecido a capital do país em Jerusalém. Isto foi após seu reinado de sete anos em Hebrom, ao sul de Israel. Davi queria a arca do Senhor perto de si. A presença do Senhor lhe trazia segurança e alegria. Davi se inspirava para a adoração com sua harpa, e entoava belíssimos cânticos de louvor ao Todo-Poderoso…
Davi queria a presença do Senhor bem junto a si… Ele desejava e amava a comunhão do seu Espírito Santo… Então, ele reuniu os principais líderes da nação, os representantes do povo, os do exército e os representantes dos levitas. E foram todos juntos para trazer a arca da aliança para bem perto do trono de Israel, pois esta estivera “esquecida” na casa de Abinadabe pelo longo período de vinte anos.
Davi levantara uma tenda para a arca repousar sob sua sombra em Jerusalém. E estava planejando o louvor e a adoração 24 horas diante da presença do Senhor… Entretanto toda essa alegria transformou-se em frustração e grande tristeza. Nessa primeira tentativa de trazer a arca, Davi não buscou saber a vontade de Deus nas Escrituras, para conduzir a arca da maneira correta, isto é, nos ombros dos sacerdotes. Mas ele havia planejado traze-la da mesma forma que os filisteus fizeram: sobre um carro novo de bois… Os bois tropeçaram no caminho e Uzá, um jovem levita tentou segurar a arca para não cair, e então, ele foi fulminado nesse exato momento pelo Senhor.
Um grande temor se apoderou de todos os “romeiros” daquela “procissão solene”. Deus exigia que sua palavra fosse cumprida: não seriam os bois que conduziriam a arca… E, nesse temor, a arca fora deixada na casa de Obede-Edom.
A bênção de “hospedar” a arca do Senhor
Passaram-se três meses e chegou uma boa notícia aos ouvidos de Davi: “Abençoou o Senhor a casa de Obede-Edom, e tudo quanto tem, por causa da arca de Deus…” (II Sm 6:12). É muito interessante que a arca tenha ficado na casa de Abinadabe e nada de extraordinário acontecera em vinte anos. Provavelmente Abinadabe apenas “tolerava” a presença da arca em sua casa… Mas na casa de Obede-Edom a bênção chegara de maneira muito visível em apenas três meses…
Podemos comparar Obede-Edom com os anfitriões de células. Eles abrem suas casas para receber a “arca da aliança”, ou seja, a presença do Senhor, que está na vida de seus irmãos em Cristo. O entendimento desse maravilhoso privilégio é importantíssimo. O Senhor Jesus nos afirma que: “Porquanto, qualquer que vos der a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Cristo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão” (Mc 9:41). Vamos perceber que Obede-Edom foi abençoado porque:
1. Ele se dispôs a receber a arca mesmo correndo riscos: Davi havia dito: “Como trarei a mim a arca de Deus”? Havia muita desculpa para não receber a arca do Senhor. Alguns poderiam alegar: E se um filho pequeno tocasse na arca? Ou se algum parente “sonâmbulo” esbarrasse nela?… Assim também para ser um anfitrião de células e receber irmãos em sua casa semanalmente faz-se necessário aceitar o desafio e olhar para o galardão (para as bênçãos decorrentes desse ministério precioso)… (analise, pois, com seus irmãos, as dificuldades para se abrir a casa para uma célula)
2. Obede-Edom pagou o preço exigido para ter a arca em sua casa: (Mt 10:41) Quem está disposto a pagar o preço da bênção irá experimentar a alegria de servir ao Senhor no momento certo, da maneira certa. A bênção decorrente de disponibilizar sua casa para a glória de Deus trouxe o nome de Obede-Edom até os nossos dias. Quem sabe em sua casa, querido anfitrião, haverá pessoas que conhecerão a Cristo e serão, nas mãos do Senhor, semeadores da Palavra, conhecidos no mundo inteiro? Vale a pena oferecer ao Senhor o nosso melhor, pois Ele nos deu o seu “melhor” (Jesus Cristo, o seu Filho amado). E, na verdade, todas as coisas lhe pertencem… Ele apenas nos dá o privilégio de servi-lo (Rm 16:4-5; I Co 16:19; Cl 4:15).
3. Obede-Edom estava capacitado para abrir a sua casa para receber a arca: Ele era um levita, por isso poderia tocar na arca, conduzi-la e ministrar ao Senhor diante dela. Cada crente é um sacerdote do Senhor (I Pe 2:9) e está apto para conduzir a arca e recebê-la em sua casa… Esse ministério maravilhoso de “ter a igreja em sua casa” requer amabilidade, cortesia, hospitalidade, receptividade, e um sorriso sempre aberto, que jamais será em vão (Hb 6:10)…
4. Obede-Edom era submisso ao seu rei: Ele não estava procurando fazer a sua vontade, mas agradava-lhe servir ao seu rei Davi, e principalmente ao supremo “Rei de Israel”, o Senhor Deus. O Espírito Santo move os nossos corações para abrirmos a nossa casa para receber a “arca do Senhor”, isto é, nossos irmãos em Cristo – para termos uma célula em nosso lar. A obediência de Obede-Edom foi recompensada, assim como a promessa do Senhor a todos os que estão servindo ao Senhor e aos irmãos (Mt 10:41; Jo 4:36; I Co 3:8; Cl 3:24; Ap 22:12).
5. Bênçãos decorrentes da hospitalidade: A Bíblia nos afirma que houve pessoas que, sem o saber, hospedaram “anjos” (Hb 13:2). O profeta Eliseu recompensou com um filho a mulher que preparou para ele hospedagem em sua casa (II Re 4:8-15). Todas as bênçãos decorrentes da obediência (Dt 28: 1-13) alcançam os anfitriões das células, que seguem as regras da hospitalidade para a glória do Senhor (Rm 12:13; I Pe 4:9).
quarta-feira, 28 de abril de 2010
O Exercício da Fé
Texto-Base: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam,
e a prova das coisas que se não vêem” (Hb 11:1).
Problemas e manifestações do poder de Deus.
Deus dera sua ordem a Moisés para tirar o seu povo do Egito.
Ele deveria ir ao Faraó e pedir-lhe que deixasse Israel ir pelo caminho do deserto para adorá-lO, para celebrar “festa ao Senhor” (Ex 3:18;5:3).
É claro que essa festa iria durar toda a vida do povo de Israel.
Que nunca mais voltariam ao Egito. Que partiriam para uma nova vida e não mais seriam escravos.
Entretanto, quando Moisés foi ao Faraó, as coisas pioraram muito. A palha, que era fornecida ao povo para fazer os tijolos para o Egito, foi tirada e foi exigida a mesma produção de antes.
Os capatazes de Israel foram açoitados, e eles foram reclamar com Moisés (Ex
5:1-23).
Em nossa vida natural, estamos sujeitos às mesmas pressões que Moisés. Muitas vezes as coisas parecem piorar, mesmo depois do nosso encontro com Deus. A empresa ou o emprego, a família, os relacionamentos, tudo parece ruir diante de nossos olhos. O que fazer?
Como agir?
Devemos olhar para o exemplo do próprio Moisés: ele permaneceu firme na direção que Deus lhe mostrava (Ex 5:22).
A cada passo para a liberdade do povo, havia obstáculos gigantescos a ultrapassar… As dez
pragas foram enviadas ao Egito. Houve a celebração da Páscoa, com todos preparados para viagem. E saíram com grandes riquezas para celebrarem ao Senhor no deserto (Ex12:33-36).
E novos desafios os aguardavam no deserto… O Mar Vermelho se abriu (Ex 14). Da Rocha de Horebe jorrou água para dessedentar o povo.
As águas de Mara se tornaram doces. Deus enviou o maná dos céus, para manter a saúde e de seu povo. A nuvem da presença do Senhor fazia sombra durante o dia e tornava-se um clarão de fogo à noite, para aquecer e iluminar Israel.
A Palavra do Senhor nos declara: “Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio para que não se cheguem a ti. O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no Senhor a misericórdia o cercará” (Sl 32:8-10).
Tudo posso naquele que me fortalece (Fp 4:13)
Toda a Escritura está recheada de histórias magníficas com a atuação do poder de Deus em favor dos que o buscam e Nele confiam. Nas guerras, encontramos Israel prevalecendo quando obedecia ao comando do Senhor. Na conquista de Jericó, Deus deu a estratégia fantástica para a vitória. Na luta contra os filisteus, Davi lutou com o gigante Golias usando o nome majestoso do Senhor. O rei Josafá teve uma brilhante vitória através apenas do louvor.
O apóstolo Paulo fala aos filipenses sobre as suas dificuldades em várias áreas, principalmente financeiras, e como ele resolvia essas questões. Ele ensinava com sua própria experiência: “já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Fp 4:11-13).
O segredo da vida vitoriosa de Paulo estava em sua total dependência de Deus e como ele confiava na direção do Espírito Santo em sua vida. Muitas vezes, podemos pensar que a vida vitoriosa é a da fartura e do acúmulo de bens materiais. Mas isto não é verdade! Paulo nos fala nesse texto que ele aprendeu a viver contente em toda e qualquer circunstância, tanto de fartura como de escassez.
A Fé em prática na vida cristã.Há um capítulo inteiro dedicado à fé, nas Escrituras. Ë Hebreus 11.
Ali temos a “galeria dos heróis da fé”. Homens e mulheres que não tiveram a sua vida por preciosa para si, mas que buscaram fazer a vontade de Deus e encontraram a verdadeira alegria na obediência ao Senhor.
Viveram momentos de incertezas, como Abraão, quando lhe foi pedido que sacrificasse o filho único, Isaque (Gn 22:16). Ele poderia questionar e duvidar do amor de Deus, mas preferiu confiar no Senhor, e isto lhe trouxe o nome de “pai da fé”.
Quando Davi teve de se fingir de “doido” para escapar do rei dos filisteus, pois ele estava na cidade de seus inimigos (I Sm 21:13-15)… E, ao se ver livre de Abimeleque, rei dos filisteus, Davi entoou o lindo cântico do Salmo 34. Como você se sentiria no lugar de Davi? O que faria depois do livramento de Deus? Entoaria tão lindo cântico?
A galeria dos heróis da fé inclui os três amigos de Daniel que foram lançados na fornalha de Nabucodonosor. Os guardas, que os conduziam ao martírio, morreram na entrada da fornalha, mas os três foram milagrosamente salvos. O quarto homem, “semelhante ao Filho dos deuses” estava com eles na fornalha. Era o próprio Jesus. E Ele nos promete estar sempre conosco, ao nosso lado, aleluia! Mesmo que sejamos lançados injustamente nas fornalhas da vida… Se o Senhor não nos livrar da fornalha dos inimigos, Ele certamente estará conosco na fornalha, aleluia!
A fé para crer no milagre de Deus (Mc 11:22-25)
No episódio da figueira que Jesus amaldiçoou, encontramos suas palavras de ânimo e de encorajamento ao uso da fé em nossas orações.
Ele disse a Pedro: “Tende fé em Deus; porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. Por isso vos digo que todas as coisas que
pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis” (Mc 11:22-24).
Precisamos exercitar a nossa fé. Precisamos crer e orar pedindo ao Senhor os seus milagres, quando necessitamos deles. Entretanto, o maior milagre que Deus quer operar é a transformação do nosso coração à semelhança do caráter de Cristo.
Cura das enfermidades, libertação, e bênçãos materiais, como também a solução para problemas difíceis e a abertura de portas para os seus filhos, tudo isto faz parte da existência humana e entra na lista das coisas que constituem a “nossa leve e momentânea tribulação, que produz eterno peso de glória” (II Co 4:17).
O mais importante não é apenas o uso da fé para ficar livre dos problemas, mas a fé para atravessar os vales da sombra e da morte. Para subir às alturas da comunhão com Deus, apesar dos obstáculos e limitações.
No contexto da figueira, Jesus ensinou que a oração da fé para ser ouvida e atendida por Deus tem alguns requisitos: “E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas” (Mc 11:25-26).
Reflexões sobre a fé:
Você tem experiências de fé para compartilhar com os irmãos da célula? …………………………………………………………..
Qual o maior milagre que Deus já operou em sua vida?
…………………………………………………………………….
Como aplicar a definição de fé no nosso dia a dia? (Hb11:1)…………………………………………………………………
Você acha que podemos tirar a expressão de Paulo: “tudo posso naquele que me fortalece”, do contexto em que se encontra na Carta aos Filipenses (Fp 4:11-13)?
e a prova das coisas que se não vêem” (Hb 11:1).
Problemas e manifestações do poder de Deus.
Deus dera sua ordem a Moisés para tirar o seu povo do Egito.
Ele deveria ir ao Faraó e pedir-lhe que deixasse Israel ir pelo caminho do deserto para adorá-lO, para celebrar “festa ao Senhor” (Ex 3:18;5:3).
É claro que essa festa iria durar toda a vida do povo de Israel.
Que nunca mais voltariam ao Egito. Que partiriam para uma nova vida e não mais seriam escravos.
Entretanto, quando Moisés foi ao Faraó, as coisas pioraram muito. A palha, que era fornecida ao povo para fazer os tijolos para o Egito, foi tirada e foi exigida a mesma produção de antes.
Os capatazes de Israel foram açoitados, e eles foram reclamar com Moisés (Ex
5:1-23).
Em nossa vida natural, estamos sujeitos às mesmas pressões que Moisés. Muitas vezes as coisas parecem piorar, mesmo depois do nosso encontro com Deus. A empresa ou o emprego, a família, os relacionamentos, tudo parece ruir diante de nossos olhos. O que fazer?
Como agir?
Devemos olhar para o exemplo do próprio Moisés: ele permaneceu firme na direção que Deus lhe mostrava (Ex 5:22).
A cada passo para a liberdade do povo, havia obstáculos gigantescos a ultrapassar… As dez
pragas foram enviadas ao Egito. Houve a celebração da Páscoa, com todos preparados para viagem. E saíram com grandes riquezas para celebrarem ao Senhor no deserto (Ex12:33-36).
E novos desafios os aguardavam no deserto… O Mar Vermelho se abriu (Ex 14). Da Rocha de Horebe jorrou água para dessedentar o povo.
As águas de Mara se tornaram doces. Deus enviou o maná dos céus, para manter a saúde e de seu povo. A nuvem da presença do Senhor fazia sombra durante o dia e tornava-se um clarão de fogo à noite, para aquecer e iluminar Israel.
A Palavra do Senhor nos declara: “Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio para que não se cheguem a ti. O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no Senhor a misericórdia o cercará” (Sl 32:8-10).
Tudo posso naquele que me fortalece (Fp 4:13)
Toda a Escritura está recheada de histórias magníficas com a atuação do poder de Deus em favor dos que o buscam e Nele confiam. Nas guerras, encontramos Israel prevalecendo quando obedecia ao comando do Senhor. Na conquista de Jericó, Deus deu a estratégia fantástica para a vitória. Na luta contra os filisteus, Davi lutou com o gigante Golias usando o nome majestoso do Senhor. O rei Josafá teve uma brilhante vitória através apenas do louvor.
O apóstolo Paulo fala aos filipenses sobre as suas dificuldades em várias áreas, principalmente financeiras, e como ele resolvia essas questões. Ele ensinava com sua própria experiência: “já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Fp 4:11-13).
O segredo da vida vitoriosa de Paulo estava em sua total dependência de Deus e como ele confiava na direção do Espírito Santo em sua vida. Muitas vezes, podemos pensar que a vida vitoriosa é a da fartura e do acúmulo de bens materiais. Mas isto não é verdade! Paulo nos fala nesse texto que ele aprendeu a viver contente em toda e qualquer circunstância, tanto de fartura como de escassez.
A Fé em prática na vida cristã.Há um capítulo inteiro dedicado à fé, nas Escrituras. Ë Hebreus 11.
Ali temos a “galeria dos heróis da fé”. Homens e mulheres que não tiveram a sua vida por preciosa para si, mas que buscaram fazer a vontade de Deus e encontraram a verdadeira alegria na obediência ao Senhor.
Viveram momentos de incertezas, como Abraão, quando lhe foi pedido que sacrificasse o filho único, Isaque (Gn 22:16). Ele poderia questionar e duvidar do amor de Deus, mas preferiu confiar no Senhor, e isto lhe trouxe o nome de “pai da fé”.
Quando Davi teve de se fingir de “doido” para escapar do rei dos filisteus, pois ele estava na cidade de seus inimigos (I Sm 21:13-15)… E, ao se ver livre de Abimeleque, rei dos filisteus, Davi entoou o lindo cântico do Salmo 34. Como você se sentiria no lugar de Davi? O que faria depois do livramento de Deus? Entoaria tão lindo cântico?
A galeria dos heróis da fé inclui os três amigos de Daniel que foram lançados na fornalha de Nabucodonosor. Os guardas, que os conduziam ao martírio, morreram na entrada da fornalha, mas os três foram milagrosamente salvos. O quarto homem, “semelhante ao Filho dos deuses” estava com eles na fornalha. Era o próprio Jesus. E Ele nos promete estar sempre conosco, ao nosso lado, aleluia! Mesmo que sejamos lançados injustamente nas fornalhas da vida… Se o Senhor não nos livrar da fornalha dos inimigos, Ele certamente estará conosco na fornalha, aleluia!
A fé para crer no milagre de Deus (Mc 11:22-25)
No episódio da figueira que Jesus amaldiçoou, encontramos suas palavras de ânimo e de encorajamento ao uso da fé em nossas orações.
Ele disse a Pedro: “Tende fé em Deus; porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. Por isso vos digo que todas as coisas que
pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis” (Mc 11:22-24).
Precisamos exercitar a nossa fé. Precisamos crer e orar pedindo ao Senhor os seus milagres, quando necessitamos deles. Entretanto, o maior milagre que Deus quer operar é a transformação do nosso coração à semelhança do caráter de Cristo.
Cura das enfermidades, libertação, e bênçãos materiais, como também a solução para problemas difíceis e a abertura de portas para os seus filhos, tudo isto faz parte da existência humana e entra na lista das coisas que constituem a “nossa leve e momentânea tribulação, que produz eterno peso de glória” (II Co 4:17).
O mais importante não é apenas o uso da fé para ficar livre dos problemas, mas a fé para atravessar os vales da sombra e da morte. Para subir às alturas da comunhão com Deus, apesar dos obstáculos e limitações.
No contexto da figueira, Jesus ensinou que a oração da fé para ser ouvida e atendida por Deus tem alguns requisitos: “E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas” (Mc 11:25-26).
Reflexões sobre a fé:
Você tem experiências de fé para compartilhar com os irmãos da célula? …………………………………………………………..
Qual o maior milagre que Deus já operou em sua vida?
…………………………………………………………………….
Como aplicar a definição de fé no nosso dia a dia? (Hb11:1)…………………………………………………………………
Você acha que podemos tirar a expressão de Paulo: “tudo posso naquele que me fortalece”, do contexto em que se encontra na Carta aos Filipenses (Fp 4:11-13)?
Em Busca Da Dracma Perdida
Texto-base: “E, quando a encontra, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, achei a dracma perdida” Lc 15:9.
No meio da multidão que procurava Jesus, estavam publicanos (cobradores de impostos) e pecadores. Os fariseus e os escribas murmuravam contra o Mestre, dizendo: “Este recebe pecadores e come com eles” (Lc 15:2). E Lucas registra, nesse contexto, as três parábolas maravilhosas contadas por Jesus (Lc 15): a da dracma perdida, da ovelha perdida e a do filho pródigo.
O Senhor Jesus nos mostra a diligência e o amor do Pai para buscar a ovelha perdida como o “bom pastor”. Seu amor grandioso esperando o retorno do filho rebelde que se distancia do Pai e que perdeu, no pecado, todos os bens que recebera. E retrata o cuidado diligente da mulher que procurou a sua dracma perdida em sua casa.
O Senhor não quer que ninguém pereça, mas que todos sejam salvos.
O valor da dracma
“Qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a busca com diligência até achá-la? E quando a encontra, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, achei a dracma perdida” (Lc 15:8-9).
Esta parábola nos mostra a moeda que se perdeu dentro de casa, talvez tivesse caído de maneira imperceptível. A dracma era uma moeda grega, de prata, cujo valor era semelhante ao do pagamento de uma diária do trabalhador nos dias do NT.
As mulheres casadas, daquela época, usavam na cabeça um enfeite especial: um tipo de girlanda ou grinalda feita de moedas valiosas. Essas girlandas de moedas representavam o dote da noiva e eram colocadas no dia do seu casamento. Tanto ao representar as suas economias (por causa do seu valor) como, por ser o seu dote de casamento, essas moedas tinham um valor também sentimental.
Perder uma dessas moedas era vergonhoso e inconcebível. A mulher da parábola acende a candeia, varre a casa e a procura com diligência até encontrá-la. E então se alegra com as amigas, que sabem o valor de cada dracma…
Buscando a “dracma perdida”
Esta parábola de Jesus nos fala sobre o cuidado do Senhor em buscar os perdidos. São pessoas que estiveram conosco um dia e hoje já não estão mais. São pessoas que se esfriaram ou se desviaram da fé. Ovelhas que estão perdidas por se encontrarem longe do supremo pastor.
Essa tarefa de resgate e procura diligente foi entregue à igreja pelo Senhor. Devemos resgatá-las e trazê-las de volta à comunhão dos salvos, assim como a mulher das dracmas fez.
Ela acendeu a sua lâmpada para procurar, pois as casas mais simples daquela época possuíam poucas janelas, que eram altas e pequenas. As casas, portanto, eram escuras. Seria necessário acender candeias para se enxergar debaixo dos móveis e mesmo para varrer, tentando alcançar com a vassoura o objeto perdido. A mulher iluminou, varreu e olhou tudo até encontrar a moeda valiosa, que estava perdida.
Assim devemos nos portar com relação a qualquer membro que se tenha perdido. Devemos orar, visitar e procurar, com diligência, trazendo, sempre que possível, cada um de volta ao seu lugar. Cada pessoa é valiosa para Deus e tem o seu lugar no Corpo de Cristo. Somos o “dote” do casamento.
Alguém perguntou a um pastor: “até onde eu devo ir com um irmão que “empacou no caminho” e resiste em prosseguir?” E este lhe respondeu: “até ao limite do seu amor”. Há pessoas preciosas que ficam “agarradas” em seus problemas e suas dificuldades na caminhada e não percebem a realidade maravilhosa que é seguir Jesus. É preciso muito amor e paciência para ajudá-los. Há os que esfriam e se desviam por motivos tão pequenos. É necessário trazê-los de volta.
Alguns irmãos estavam com essa árdua tarefa de ajudar um “desviado” e lhe disseram: “se você não quer orar, nós oraremos por você; se não quer jejuar, nós jejuaremos por você; não desistiremos até que o seu coração seja aquecido pelo fogo do Senhor e você volte ao seu lugar”. É isto o que o Senhor nos transmite na parábola da dracma perdida. Há os que se perdem “dentro de casa”. É necessário haver diligência e muito amor para que voltem.
Você conhece alguém que estava caminhando na igreja, na célula, e hoje já não está mais? Você gostaria de vê-lo novamente nos caminhos do Senhor? Então comece a pagar o preço em oração e demonstrações de amor por esse irmão. O Senhor deseja restaurá-lo.
Demonstrando verdadeiro amor
A Bíblia nos fala de quatro amigos que levaram um paralítico a Jesus (Mc 2:1-12). O Mestre estava em uma casa na cidade de Cafarnaum. Ele estava ensinando e curando as pessoas, como sempre fazia. A multidão se aglomerava nos cômodos da casa e era impossível alguém entrar, principalmente alguém carregado em uma maca.
Aqueles quatro amigos tiveram uma idéia de como permitir que o paralítico fosse visto e assistido por Jesus. Eles subiram ao eirado e abriram-no no ponto em que o Mestre se encontrava, e desceram por ali o homem inválido. O texto nos diz que Jesus viu a fé deles e disse ao paralítico: “Filho, perdoados estão os teus pecados”. Os fariseus e intérpretes da lei que estavam presentes ficaram abismados. Eles sabiam que somente Deus poderia perdoar os pecados de qualquer pessoa…
E o Mestre, então, ordenou que o paralítico tomasse o seu leito e andasse. E ele se levantou mesmo e todos começaram a glorificar a Deus em alta voz, aleluia! Jesus mostrou que tem poder para perdoar (por causa de sua obra no Calvário) e poder para curar as pessoas. E a alegria que tomou conta daquele povo foi imensa.
Jesus cura, liberta, salva e dá dons aos que o amam e buscam a sua face, aleluia!
Para refletir:
Leia alguns textos e medite: Lc 15:1-32; At 3:1-11; Tg 5:17-20; Is 61:1-10; II Tm 2:23-26
Existem muitos “paralíticos” impossibilitados de chegar perto do Jesus para serem libertos e curados. Eles estão presos ao orgulho, auto-compaixão e pecados diversos. Mas o Senhor deseja restaurá-los completamente, não é mesmo?
O que você pode fazer por essas pessoas?
Você conhece algum “paralítico” espiritual? Alguma “dracma perdida”?
Que tal, em sua célula, vocês fazerem uma lista dos “desviados do evangelho” e orarem durante um período por essas pessoas? Que tal, após esse período de oração, vocês lhe fazerem um convite para conhecer sua célula?
Há muito que fazer em nossos dias; faça o que estiver ao seu alcance para restaurar e trazer de volta os pródigos ao lar paterno.
No meio da multidão que procurava Jesus, estavam publicanos (cobradores de impostos) e pecadores. Os fariseus e os escribas murmuravam contra o Mestre, dizendo: “Este recebe pecadores e come com eles” (Lc 15:2). E Lucas registra, nesse contexto, as três parábolas maravilhosas contadas por Jesus (Lc 15): a da dracma perdida, da ovelha perdida e a do filho pródigo.
O Senhor Jesus nos mostra a diligência e o amor do Pai para buscar a ovelha perdida como o “bom pastor”. Seu amor grandioso esperando o retorno do filho rebelde que se distancia do Pai e que perdeu, no pecado, todos os bens que recebera. E retrata o cuidado diligente da mulher que procurou a sua dracma perdida em sua casa.
O Senhor não quer que ninguém pereça, mas que todos sejam salvos.
O valor da dracma
“Qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a busca com diligência até achá-la? E quando a encontra, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, achei a dracma perdida” (Lc 15:8-9).
Esta parábola nos mostra a moeda que se perdeu dentro de casa, talvez tivesse caído de maneira imperceptível. A dracma era uma moeda grega, de prata, cujo valor era semelhante ao do pagamento de uma diária do trabalhador nos dias do NT.
As mulheres casadas, daquela época, usavam na cabeça um enfeite especial: um tipo de girlanda ou grinalda feita de moedas valiosas. Essas girlandas de moedas representavam o dote da noiva e eram colocadas no dia do seu casamento. Tanto ao representar as suas economias (por causa do seu valor) como, por ser o seu dote de casamento, essas moedas tinham um valor também sentimental.
Perder uma dessas moedas era vergonhoso e inconcebível. A mulher da parábola acende a candeia, varre a casa e a procura com diligência até encontrá-la. E então se alegra com as amigas, que sabem o valor de cada dracma…
Buscando a “dracma perdida”
Esta parábola de Jesus nos fala sobre o cuidado do Senhor em buscar os perdidos. São pessoas que estiveram conosco um dia e hoje já não estão mais. São pessoas que se esfriaram ou se desviaram da fé. Ovelhas que estão perdidas por se encontrarem longe do supremo pastor.
Essa tarefa de resgate e procura diligente foi entregue à igreja pelo Senhor. Devemos resgatá-las e trazê-las de volta à comunhão dos salvos, assim como a mulher das dracmas fez.
Ela acendeu a sua lâmpada para procurar, pois as casas mais simples daquela época possuíam poucas janelas, que eram altas e pequenas. As casas, portanto, eram escuras. Seria necessário acender candeias para se enxergar debaixo dos móveis e mesmo para varrer, tentando alcançar com a vassoura o objeto perdido. A mulher iluminou, varreu e olhou tudo até encontrar a moeda valiosa, que estava perdida.
Assim devemos nos portar com relação a qualquer membro que se tenha perdido. Devemos orar, visitar e procurar, com diligência, trazendo, sempre que possível, cada um de volta ao seu lugar. Cada pessoa é valiosa para Deus e tem o seu lugar no Corpo de Cristo. Somos o “dote” do casamento.
Alguém perguntou a um pastor: “até onde eu devo ir com um irmão que “empacou no caminho” e resiste em prosseguir?” E este lhe respondeu: “até ao limite do seu amor”. Há pessoas preciosas que ficam “agarradas” em seus problemas e suas dificuldades na caminhada e não percebem a realidade maravilhosa que é seguir Jesus. É preciso muito amor e paciência para ajudá-los. Há os que esfriam e se desviam por motivos tão pequenos. É necessário trazê-los de volta.
Alguns irmãos estavam com essa árdua tarefa de ajudar um “desviado” e lhe disseram: “se você não quer orar, nós oraremos por você; se não quer jejuar, nós jejuaremos por você; não desistiremos até que o seu coração seja aquecido pelo fogo do Senhor e você volte ao seu lugar”. É isto o que o Senhor nos transmite na parábola da dracma perdida. Há os que se perdem “dentro de casa”. É necessário haver diligência e muito amor para que voltem.
Você conhece alguém que estava caminhando na igreja, na célula, e hoje já não está mais? Você gostaria de vê-lo novamente nos caminhos do Senhor? Então comece a pagar o preço em oração e demonstrações de amor por esse irmão. O Senhor deseja restaurá-lo.
Demonstrando verdadeiro amor
A Bíblia nos fala de quatro amigos que levaram um paralítico a Jesus (Mc 2:1-12). O Mestre estava em uma casa na cidade de Cafarnaum. Ele estava ensinando e curando as pessoas, como sempre fazia. A multidão se aglomerava nos cômodos da casa e era impossível alguém entrar, principalmente alguém carregado em uma maca.
Aqueles quatro amigos tiveram uma idéia de como permitir que o paralítico fosse visto e assistido por Jesus. Eles subiram ao eirado e abriram-no no ponto em que o Mestre se encontrava, e desceram por ali o homem inválido. O texto nos diz que Jesus viu a fé deles e disse ao paralítico: “Filho, perdoados estão os teus pecados”. Os fariseus e intérpretes da lei que estavam presentes ficaram abismados. Eles sabiam que somente Deus poderia perdoar os pecados de qualquer pessoa…
E o Mestre, então, ordenou que o paralítico tomasse o seu leito e andasse. E ele se levantou mesmo e todos começaram a glorificar a Deus em alta voz, aleluia! Jesus mostrou que tem poder para perdoar (por causa de sua obra no Calvário) e poder para curar as pessoas. E a alegria que tomou conta daquele povo foi imensa.
Jesus cura, liberta, salva e dá dons aos que o amam e buscam a sua face, aleluia!
Para refletir:
Leia alguns textos e medite: Lc 15:1-32; At 3:1-11; Tg 5:17-20; Is 61:1-10; II Tm 2:23-26
Existem muitos “paralíticos” impossibilitados de chegar perto do Jesus para serem libertos e curados. Eles estão presos ao orgulho, auto-compaixão e pecados diversos. Mas o Senhor deseja restaurá-los completamente, não é mesmo?
O que você pode fazer por essas pessoas?
Você conhece algum “paralítico” espiritual? Alguma “dracma perdida”?
Que tal, em sua célula, vocês fazerem uma lista dos “desviados do evangelho” e orarem durante um período por essas pessoas? Que tal, após esse período de oração, vocês lhe fazerem um convite para conhecer sua célula?
Há muito que fazer em nossos dias; faça o que estiver ao seu alcance para restaurar e trazer de volta os pródigos ao lar paterno.
Aprender e Ensinar
Texto-Base: “Torna-te, pessoalmente, padrão de boas obras. No ensino mostra integridade, reverência” Tt 2:7
O Ensino e a Sabedoria
O livro de Provérbios foi escrito com a finalidade de ensinar. Ele traz comparações sérias e abalizadas entre o ímpio e o justo (Pr 11:1-11); o sábio e o tolo (Pr 13:1-10); o sensato e o imprudente (Pr 11:22-30); o bom e o perverso (Pr 11-:17-21). E, nessas comparações, coloca o leitor diante da escolha que irá determinar a própria vida, não somente aqui na terra, como também na eternidade.
Salomão inicia “Provérbios” falando acerca da orientação recebida de seu pai, Davi: “Quando eu era filho, em companhia de meu pai, tenro e único diante de minha mãe, então ele me ensinava e dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras, guarda os meus mandamentos e vive; adquire a sabedoria [...] sim, com tudo o que tens adquire o entendimento” (Pr 4:3-4, 7).
Davi preparou seu filho Salomão para buscar a sabedoria e o entendimento da vontade de Deus em sua vida. Quando o Senhor apareceu a ele, em sonhos, dizendo-lhe: “Pede-me o que queres que eu te dê” (I Re 3:5), a resposta de Salomão já estava pronta no seu interior. Ele queria ter um coração sábio. E isto agradou a Deus. O Senhor lhe concedeu, não apenas a sabedoria que pedira, mas também riquezas, glória e longevidade (I Re 3:10-14). Todas as bênçãos acrescidas eram conseqüentes da prática da sabedoria (Mt 6:33).
Não adianta a pessoa saber o que deve fazer, ela precisa colocar em prática o que sabe. Salomão sabia o que era certo, de acordo com o que ele mesmo escreveu no Salmo 127: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam…” (v.1). Entretanto Salomão não colocou esse princípio importantíssimo em prática. Ele não permitiu que o Senhor edificasse o seu lar. Ele não permitiu que Deus escolhesse a sua rainha (I Re 3:1; 11:1-8), como, por exemplo, o fez Eliézer, ao buscar esposa para Isaque (Gn 24:12-14).
Nosso sábio Mestre
Dentro dos planos do Senhor para a salvação do homem, Deus optou por usar-nos como instrumentos de sua graça, anunciando uns aos outros a redenção em Cristo Jesus. Ele nos chama e capacita para sermos “testemunhas” dele tanto em Jerusalém (nossa cidade, nossa casa, o ambiente onde vivemos), como em toda a Judéia, Samaria e até os confins da Terra (At 1:8).
A evangelização dos homens acontece sob a luz do Espírito Santo. Ele é quem convence os corações do pecado e nos leva ao sangue perdoador de Jesus, derramado no Calvário. E a confirmação da nossa fé, o fortalecimento do nosso amor pelo Senhor, o entendimento de sua vontade e o crescimento espiritual irão acontecer através dele e por meio dele.
A presença do Espírito Santo em nós constitui-se no bom “perfume de Cristo”. Esse perfume, ou melhor, essa presença inigualável é que traz “sabor” à nossa vida. E o Espírito de Deus é o nosso Mestre e ensinador. Sem Ele, jamais conseguiremos viver o “sermão da montanha”. Sem o Espírito Santo para nos mostrar o caminho da paz, da alegria, do verdadeiro descanso, da salvação, do Getsêmani, do Gólgota, da cruz… Sem Ele, nós nunca poderíamos ser chamados “cristãos”.
Tiago nos diz que devemos orar, pedindo a Deus que Ele nos ensine, dando-nos a verdadeira sabedoria. Essa sabedoria, que vem do alto (Tg 1:5-6; 3:13-18), e que é pura, pacífica, amável, perdoadora, plena de misericórdia, de bons frutos, imparcial e sem fingimento. Essa sabedoria que se revela no próprio Espírito de Deus, em cuja bagagem estão incluídos todos os tesouros para uma vida feliz, isto é, uma vida em paz com Deus, com os homens e consigo mesmo.
O Espírito Santo nos capacita para ensinar
A grande comissão de Jesus foi assim registrada por Mateus: “Indo, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho ordenado. E eis que eu estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 28:19-20).
Recebemos a incumbência de ensinar as coisas de Deus às pessoas de todas as nações. E somente conseguiremos ensinar, ou fazer discípulos de Jesus, com a ajuda do Espírito Santo. Ele está conosco e nos capacita para essa tarefa. Ele nos faz lembrar a Palavra de Deus que está em nossos corações. Ele ilumina a Escritura Sagrada e nos revela os propósitos divinos (I Co 3:10-13), trazendo vida, entendimento (Mc 13:11) e santificação.
O que Ensinar
Em II Tm 3:14-17, Paulo fala ao seu discípulo Timóteo que ele deve permanecer no que aprendeu acerca das Escrituras. E que ele deverá ensinar a sã doutrina (II Tm 4:1-5). Todo o alimento espiritual do cristão está contido na Palavra de Deus. Ela é lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho (Sl 119:105).
O apóstolo Paulo evangelizou e preparou líderes para a Igreja do Senhor. Ele escreveu a Timóteo, seu filho na fé (I Tm 1:2), que deveria ensinar o que aprendera com ele (Paulo) a outros, formando uma cadeia de discípulos através das gerações (II Tm 2:1-2). E a igreja caminha nessa direção: os que já experimentaram de Cristo irão compartilhar a sua fé e ensinar o que têm aprendido nas Escrituras.
A proposta da célula é esta: formar discípulos de Jesus, verdadeiros cristãos. Você tem falado de Jesus a outras pessoas? Você tem compartilhado com outras pessoas aquilo que tem aprendido na Palavra de Deus? O Senhor nos chamou para ser “sal da terra” e “luz do mundo” no meio onde vivemos. É muito importante ajudar outros irmãos em sua jornada cristã. Todos nós precisamos uns dos outros. Aprender e ensinar – essa é a nossa tarefa sob a doce comunhão com o Espírito Santo.
Desafios para a semana:
1. Peça ao Espírito Santo que te ensine, ao ler a Bíblia no seu momento devocional, a sós com Deus.
2. Estude cuidadosamente as lições da célula: leia os textos bíblicos e ore.
3. Comece a anotar as mensagens de domingo em um caderno.
4. Estude novamente em casa o que você aprendeu através do pastor nos cultos. Leia novamente os textos e estude.
5. Analise sua vida. Veja se você está realmente colocando em prática o que aprendeu.
6. Compartilhe a mensagem que tanto tocou em seu coração – fale para outros acerca do que aprendeu: à sua esposa, ao seu colega de trabalho, de escola, seu vizinho, etc.
Tenha um filho na fé e ajude-o na caminhada.
O Ensino e a Sabedoria
O livro de Provérbios foi escrito com a finalidade de ensinar. Ele traz comparações sérias e abalizadas entre o ímpio e o justo (Pr 11:1-11); o sábio e o tolo (Pr 13:1-10); o sensato e o imprudente (Pr 11:22-30); o bom e o perverso (Pr 11-:17-21). E, nessas comparações, coloca o leitor diante da escolha que irá determinar a própria vida, não somente aqui na terra, como também na eternidade.
Salomão inicia “Provérbios” falando acerca da orientação recebida de seu pai, Davi: “Quando eu era filho, em companhia de meu pai, tenro e único diante de minha mãe, então ele me ensinava e dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras, guarda os meus mandamentos e vive; adquire a sabedoria [...] sim, com tudo o que tens adquire o entendimento” (Pr 4:3-4, 7).
Davi preparou seu filho Salomão para buscar a sabedoria e o entendimento da vontade de Deus em sua vida. Quando o Senhor apareceu a ele, em sonhos, dizendo-lhe: “Pede-me o que queres que eu te dê” (I Re 3:5), a resposta de Salomão já estava pronta no seu interior. Ele queria ter um coração sábio. E isto agradou a Deus. O Senhor lhe concedeu, não apenas a sabedoria que pedira, mas também riquezas, glória e longevidade (I Re 3:10-14). Todas as bênçãos acrescidas eram conseqüentes da prática da sabedoria (Mt 6:33).
Não adianta a pessoa saber o que deve fazer, ela precisa colocar em prática o que sabe. Salomão sabia o que era certo, de acordo com o que ele mesmo escreveu no Salmo 127: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam…” (v.1). Entretanto Salomão não colocou esse princípio importantíssimo em prática. Ele não permitiu que o Senhor edificasse o seu lar. Ele não permitiu que Deus escolhesse a sua rainha (I Re 3:1; 11:1-8), como, por exemplo, o fez Eliézer, ao buscar esposa para Isaque (Gn 24:12-14).
Nosso sábio Mestre
Dentro dos planos do Senhor para a salvação do homem, Deus optou por usar-nos como instrumentos de sua graça, anunciando uns aos outros a redenção em Cristo Jesus. Ele nos chama e capacita para sermos “testemunhas” dele tanto em Jerusalém (nossa cidade, nossa casa, o ambiente onde vivemos), como em toda a Judéia, Samaria e até os confins da Terra (At 1:8).
A evangelização dos homens acontece sob a luz do Espírito Santo. Ele é quem convence os corações do pecado e nos leva ao sangue perdoador de Jesus, derramado no Calvário. E a confirmação da nossa fé, o fortalecimento do nosso amor pelo Senhor, o entendimento de sua vontade e o crescimento espiritual irão acontecer através dele e por meio dele.
A presença do Espírito Santo em nós constitui-se no bom “perfume de Cristo”. Esse perfume, ou melhor, essa presença inigualável é que traz “sabor” à nossa vida. E o Espírito de Deus é o nosso Mestre e ensinador. Sem Ele, jamais conseguiremos viver o “sermão da montanha”. Sem o Espírito Santo para nos mostrar o caminho da paz, da alegria, do verdadeiro descanso, da salvação, do Getsêmani, do Gólgota, da cruz… Sem Ele, nós nunca poderíamos ser chamados “cristãos”.
Tiago nos diz que devemos orar, pedindo a Deus que Ele nos ensine, dando-nos a verdadeira sabedoria. Essa sabedoria, que vem do alto (Tg 1:5-6; 3:13-18), e que é pura, pacífica, amável, perdoadora, plena de misericórdia, de bons frutos, imparcial e sem fingimento. Essa sabedoria que se revela no próprio Espírito de Deus, em cuja bagagem estão incluídos todos os tesouros para uma vida feliz, isto é, uma vida em paz com Deus, com os homens e consigo mesmo.
O Espírito Santo nos capacita para ensinar
A grande comissão de Jesus foi assim registrada por Mateus: “Indo, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho ordenado. E eis que eu estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 28:19-20).
Recebemos a incumbência de ensinar as coisas de Deus às pessoas de todas as nações. E somente conseguiremos ensinar, ou fazer discípulos de Jesus, com a ajuda do Espírito Santo. Ele está conosco e nos capacita para essa tarefa. Ele nos faz lembrar a Palavra de Deus que está em nossos corações. Ele ilumina a Escritura Sagrada e nos revela os propósitos divinos (I Co 3:10-13), trazendo vida, entendimento (Mc 13:11) e santificação.
O que Ensinar
Em II Tm 3:14-17, Paulo fala ao seu discípulo Timóteo que ele deve permanecer no que aprendeu acerca das Escrituras. E que ele deverá ensinar a sã doutrina (II Tm 4:1-5). Todo o alimento espiritual do cristão está contido na Palavra de Deus. Ela é lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho (Sl 119:105).
O apóstolo Paulo evangelizou e preparou líderes para a Igreja do Senhor. Ele escreveu a Timóteo, seu filho na fé (I Tm 1:2), que deveria ensinar o que aprendera com ele (Paulo) a outros, formando uma cadeia de discípulos através das gerações (II Tm 2:1-2). E a igreja caminha nessa direção: os que já experimentaram de Cristo irão compartilhar a sua fé e ensinar o que têm aprendido nas Escrituras.
A proposta da célula é esta: formar discípulos de Jesus, verdadeiros cristãos. Você tem falado de Jesus a outras pessoas? Você tem compartilhado com outras pessoas aquilo que tem aprendido na Palavra de Deus? O Senhor nos chamou para ser “sal da terra” e “luz do mundo” no meio onde vivemos. É muito importante ajudar outros irmãos em sua jornada cristã. Todos nós precisamos uns dos outros. Aprender e ensinar – essa é a nossa tarefa sob a doce comunhão com o Espírito Santo.
Desafios para a semana:
1. Peça ao Espírito Santo que te ensine, ao ler a Bíblia no seu momento devocional, a sós com Deus.
2. Estude cuidadosamente as lições da célula: leia os textos bíblicos e ore.
3. Comece a anotar as mensagens de domingo em um caderno.
4. Estude novamente em casa o que você aprendeu através do pastor nos cultos. Leia novamente os textos e estude.
5. Analise sua vida. Veja se você está realmente colocando em prática o que aprendeu.
6. Compartilhe a mensagem que tanto tocou em seu coração – fale para outros acerca do que aprendeu: à sua esposa, ao seu colega de trabalho, de escola, seu vizinho, etc.
Tenha um filho na fé e ajude-o na caminhada.
As Promessas do Senhor
Texto Base: “Se somos infiéis, Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (II Tm 2:13)
As Promessas de Deus
No Antigo Testamento não existe um termo específico para a palavra “promessa”, como nós conhecemos. Há apenas a confirmação de palavras proferidas, através do termo hebraico “ãmar ou dãbhar”. Entretanto percebemos que o Senhor valoriza a sua Palavra e o seu Nome acima de todas as coisas (Sl 138:2). Nada que esteja escrito na Bíblia Sagrada foi sem propósito (II Tm 3:16-17). Deus deixou a sua Palavra para que a nossa confiança estivesse depositada Nele e no que Ele disse (II Tm 2:11-13).
Na verdade, a “promessa” se prolonga por um tempo indeterminado (Sl 90:1-4). Biblicamente a promessa vai além do tempo e do espaço, para aquele que a faz e para quem a recebe. A promessa promove o encontro dos dois (de quem a faz e de quem a recebe) no futuro. Vejamos algumas promessas do Senhor para nós:
Promessas que prosseguem no tempo
Temos promessas que oferecem uma certeza de ação continuada através do tempo. Por exemplo, quando Jesus disse: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos… E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28:18-20).
Temos a certeza de que o Senhor está conosco sempre, através da presença gloriosa de seu Espírito Santo. Esta é uma promessa do Senhor que nos garante segurança total e a confirmação da atuação do Espírito Santo nos corações que ouvem a Palavra do evangelho.
Nas bem-aventuranças (Mt 5:1-12), encontramos várias promessas desse tipo: de obter o reino dos céus (os humildes de espírito), de serem consolados (os que choram), de herdar a terra (os mansos), de serem fartos (os famintos de justiça), de alcançarem misericórdia (os misericordiosos), de verem a Deus (os limpos de coração), de serem chamados filhos de Deus (os pacificadores) e de terem grande galardão (os perseguidos por causa do nome de Jesus). Você tem experimentado essas promessas de Jesus? Você pode compartilhar alguma dessas promessas das bem-aventuranças em seu dia-a-dia?
Há promessas condicionais que extrapolam o tempo, as gerações e podem ser experimentadas mais de uma vez pela mesma pessoa, como, por exemplo: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I Jo 1:9).
Podemos observar que a condição de se ter um coração limpo é através da confissão ao Senhor de nossas faltas. Você tem feito isto? O seu coração está limpo? Você tem levado o seu coração (isto é, a sua vida) para “ser passada em revista” pelo Senhor? Você tem o costume de pedir perdão quando erra? De pedir perdão ao Senhor e deixar que seus pecados sejam perdoados pelo sangue do Cordeiro? Lembre-se que uma vida abundante na presença do Senhor requer o perdão (purificação) e o abandono da prática do pecado (santidade).
Promessas e Alianças
Há promessas de Deus embutidas nas Alianças que Ele fez com o homem, e continuam tendo validade. A aliança feita com Abraão e com sua descendência está recheada de promessas. Estas incluem a posse da terra e uma descendência numerosa. Deus disse a Abraão que ele seria pai de grande multidão, como os grãos do pó da terra (ou dos grãos de areia do mar). E Deus cumpriu sua palavra: tantas nações vieram de Abraão (todos os árabes e os judeus), são como a areia da praia.
Podemos ver Israel de volta à sua terra, hoje, como um cumprimento profético de sua aliança no passado com Abraão, tendo sido repetida a Isaque, a Jacó e a Moisés.
Mas também vemos a Igreja como sendo a descendência de Abraão através de Jesus. O Senhor disse ao seu servo: “Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua descendência” (Gn 15:5). Essa descendência semelhante às estrelas é a igreja (Dn 12:3) – os “filhos de Abraão em Cristo”, gerados pela fé. Leia Gálatas 3:6-14 e veja como Paulo nos ensina essa verdade: as bênçãos de Abraão são para nós, sua descendência pela fé: “para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido” (v.14).
A bênção de Abraão não é, como muitos pensam, a riqueza e o destaque entre as outras nações, mas, muito mais do que isto: é a presença do Espírito Santo em nossos corações. Você acha que pode existir uma promessa maior do que a presença do próprio Deus habitando em nós? Comente um pouco sobre isso na célula.
Promessas e Profecias:
Há promessas de Deus que são profecias de acontecimentos futuros. Estas se realizam uma única vez. Como, por exemplo, na saída de Israel do Egito, Moisés falou a palavra de Deus a Faraó: “Deixa sair o meu povo, para que me sirva. Porque se recusares deixá-lo ir, e ainda por força o detiveres, eis que a mão do Senhor será sobre o teu rebanho…” (Ex 9:1-3).
É importante salientar que o Senhor nos diz: “a palavra que sair da minha boca jamais voltará vazia, mas fará o que me apraz” (Is 55:10-11). Não há promessas inconseqüentes de Deus na Bíblia, pelo contrário, todas as suas promessas encontram em Cristo o “sim e o amém” (II Co 1:20). Isto é maravilhoso!
Temos um Deus que é fiel e cumpre o seu compromisso assumido conosco, aleluia!
Promessas maravilhosas de Deus:
As promessas de Deus não falham (I Re 8:56). Elas são garantidas pelo poder divino (Rm 4:21). Paulo nos diz que todas as promessas do Senhor para nós estão fundamentadas em Cristo (II Co 1:20). O valor dessas promessas é infinito, pois nos faz participantes da natureza divina (II Pe 1:4). As preciosas promessas de Deus para nós culminam com a posse da vida eterna em Cristo (I Jo 2:25).
É muito importante viver debaixo da cobertura da Palavra de Deus. Usar a proteção que há em suas promessas maravilhosas. Mas para que isso aconteça, eu tenho de conhecer essas promessas. Preciso ler as Escrituras, pois elas têm palavras de vida eterna e testificam de Jesus, revelando todo o propósito de Deus para nossas vidas.
Conta-se que um mendigo esmolava todos os dias assentado sobre uma grande pedra no jardim de uma praça. Ali ficava, com as mãos estendidas, e gritava pedidos para despertar a compaixão dos que passavam. Assim foi a sua vida, até que veio a falecer. Nessa mesma ocasião, o prefeito da cidade resolveu revitalizar a praça, e aquela pedra foi revolvida. Para surpresa geral, foi encontrado um grande tesouro sob aquela enorme pedra. Tesouro valiosíssimo que trouxe grande prosperidade e nome para toda a cidade.
Quantos vivem a sua trajetória como aquele mendigo, não é mesmo? Estão mendigando as bênçãos e não sabem que estão assentados sobre um grande tesouro. Abra a Bíblia. Comece a lê-la com interesse e sede. Beba de sua água refrescante quando passar pelos desertos da vida. Alimente-se de seu farto pão, quando houver a escassez ao seu redor, e não se esqueça de reparti-la com os famintos. Escreva as promessas de Deus, olhe para elas, firme os seus passos e desfrute da fidelidade do Senhor todos os dias do seu viver.
Desafios para a semana:
• Leia algumas das promessas do Senhor para nós e tome posse do seu infalível cumprimento:
Dias melhores (Sl 30:5), livramento (Sl 34:19, 20), na enfermidade (Sl 41:3, 94:2), presença de Deus conosco nas provas (Is 43:2), promessa do lar eterno (Jo 14:1-2), tudo acontecendo para o nosso bem-estar (Rm 8:28, II Co 4:17), sua graça nos basta (II co 12:9), comunhão nos sofrimentos de Cristo (I Pe 4:12-13), livramento final de toda tristeza e dor (Ap 21:4).
• Comente com os irmãos na célula sobre o cumprimento de alguma promessa de Deus em sua vida.
• Faça o propósito de ler toda a Bíblia e vá marcando as promessas de Deus para nós.
As Promessas de Deus
No Antigo Testamento não existe um termo específico para a palavra “promessa”, como nós conhecemos. Há apenas a confirmação de palavras proferidas, através do termo hebraico “ãmar ou dãbhar”. Entretanto percebemos que o Senhor valoriza a sua Palavra e o seu Nome acima de todas as coisas (Sl 138:2). Nada que esteja escrito na Bíblia Sagrada foi sem propósito (II Tm 3:16-17). Deus deixou a sua Palavra para que a nossa confiança estivesse depositada Nele e no que Ele disse (II Tm 2:11-13).
Na verdade, a “promessa” se prolonga por um tempo indeterminado (Sl 90:1-4). Biblicamente a promessa vai além do tempo e do espaço, para aquele que a faz e para quem a recebe. A promessa promove o encontro dos dois (de quem a faz e de quem a recebe) no futuro. Vejamos algumas promessas do Senhor para nós:
Promessas que prosseguem no tempo
Temos promessas que oferecem uma certeza de ação continuada através do tempo. Por exemplo, quando Jesus disse: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos… E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28:18-20).
Temos a certeza de que o Senhor está conosco sempre, através da presença gloriosa de seu Espírito Santo. Esta é uma promessa do Senhor que nos garante segurança total e a confirmação da atuação do Espírito Santo nos corações que ouvem a Palavra do evangelho.
Nas bem-aventuranças (Mt 5:1-12), encontramos várias promessas desse tipo: de obter o reino dos céus (os humildes de espírito), de serem consolados (os que choram), de herdar a terra (os mansos), de serem fartos (os famintos de justiça), de alcançarem misericórdia (os misericordiosos), de verem a Deus (os limpos de coração), de serem chamados filhos de Deus (os pacificadores) e de terem grande galardão (os perseguidos por causa do nome de Jesus). Você tem experimentado essas promessas de Jesus? Você pode compartilhar alguma dessas promessas das bem-aventuranças em seu dia-a-dia?
Há promessas condicionais que extrapolam o tempo, as gerações e podem ser experimentadas mais de uma vez pela mesma pessoa, como, por exemplo: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I Jo 1:9).
Podemos observar que a condição de se ter um coração limpo é através da confissão ao Senhor de nossas faltas. Você tem feito isto? O seu coração está limpo? Você tem levado o seu coração (isto é, a sua vida) para “ser passada em revista” pelo Senhor? Você tem o costume de pedir perdão quando erra? De pedir perdão ao Senhor e deixar que seus pecados sejam perdoados pelo sangue do Cordeiro? Lembre-se que uma vida abundante na presença do Senhor requer o perdão (purificação) e o abandono da prática do pecado (santidade).
Promessas e Alianças
Há promessas de Deus embutidas nas Alianças que Ele fez com o homem, e continuam tendo validade. A aliança feita com Abraão e com sua descendência está recheada de promessas. Estas incluem a posse da terra e uma descendência numerosa. Deus disse a Abraão que ele seria pai de grande multidão, como os grãos do pó da terra (ou dos grãos de areia do mar). E Deus cumpriu sua palavra: tantas nações vieram de Abraão (todos os árabes e os judeus), são como a areia da praia.
Podemos ver Israel de volta à sua terra, hoje, como um cumprimento profético de sua aliança no passado com Abraão, tendo sido repetida a Isaque, a Jacó e a Moisés.
Mas também vemos a Igreja como sendo a descendência de Abraão através de Jesus. O Senhor disse ao seu servo: “Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua descendência” (Gn 15:5). Essa descendência semelhante às estrelas é a igreja (Dn 12:3) – os “filhos de Abraão em Cristo”, gerados pela fé. Leia Gálatas 3:6-14 e veja como Paulo nos ensina essa verdade: as bênçãos de Abraão são para nós, sua descendência pela fé: “para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido” (v.14).
A bênção de Abraão não é, como muitos pensam, a riqueza e o destaque entre as outras nações, mas, muito mais do que isto: é a presença do Espírito Santo em nossos corações. Você acha que pode existir uma promessa maior do que a presença do próprio Deus habitando em nós? Comente um pouco sobre isso na célula.
Promessas e Profecias:
Há promessas de Deus que são profecias de acontecimentos futuros. Estas se realizam uma única vez. Como, por exemplo, na saída de Israel do Egito, Moisés falou a palavra de Deus a Faraó: “Deixa sair o meu povo, para que me sirva. Porque se recusares deixá-lo ir, e ainda por força o detiveres, eis que a mão do Senhor será sobre o teu rebanho…” (Ex 9:1-3).
É importante salientar que o Senhor nos diz: “a palavra que sair da minha boca jamais voltará vazia, mas fará o que me apraz” (Is 55:10-11). Não há promessas inconseqüentes de Deus na Bíblia, pelo contrário, todas as suas promessas encontram em Cristo o “sim e o amém” (II Co 1:20). Isto é maravilhoso!
Temos um Deus que é fiel e cumpre o seu compromisso assumido conosco, aleluia!
Promessas maravilhosas de Deus:
As promessas de Deus não falham (I Re 8:56). Elas são garantidas pelo poder divino (Rm 4:21). Paulo nos diz que todas as promessas do Senhor para nós estão fundamentadas em Cristo (II Co 1:20). O valor dessas promessas é infinito, pois nos faz participantes da natureza divina (II Pe 1:4). As preciosas promessas de Deus para nós culminam com a posse da vida eterna em Cristo (I Jo 2:25).
É muito importante viver debaixo da cobertura da Palavra de Deus. Usar a proteção que há em suas promessas maravilhosas. Mas para que isso aconteça, eu tenho de conhecer essas promessas. Preciso ler as Escrituras, pois elas têm palavras de vida eterna e testificam de Jesus, revelando todo o propósito de Deus para nossas vidas.
Conta-se que um mendigo esmolava todos os dias assentado sobre uma grande pedra no jardim de uma praça. Ali ficava, com as mãos estendidas, e gritava pedidos para despertar a compaixão dos que passavam. Assim foi a sua vida, até que veio a falecer. Nessa mesma ocasião, o prefeito da cidade resolveu revitalizar a praça, e aquela pedra foi revolvida. Para surpresa geral, foi encontrado um grande tesouro sob aquela enorme pedra. Tesouro valiosíssimo que trouxe grande prosperidade e nome para toda a cidade.
Quantos vivem a sua trajetória como aquele mendigo, não é mesmo? Estão mendigando as bênçãos e não sabem que estão assentados sobre um grande tesouro. Abra a Bíblia. Comece a lê-la com interesse e sede. Beba de sua água refrescante quando passar pelos desertos da vida. Alimente-se de seu farto pão, quando houver a escassez ao seu redor, e não se esqueça de reparti-la com os famintos. Escreva as promessas de Deus, olhe para elas, firme os seus passos e desfrute da fidelidade do Senhor todos os dias do seu viver.
Desafios para a semana:
• Leia algumas das promessas do Senhor para nós e tome posse do seu infalível cumprimento:
Dias melhores (Sl 30:5), livramento (Sl 34:19, 20), na enfermidade (Sl 41:3, 94:2), presença de Deus conosco nas provas (Is 43:2), promessa do lar eterno (Jo 14:1-2), tudo acontecendo para o nosso bem-estar (Rm 8:28, II Co 4:17), sua graça nos basta (II co 12:9), comunhão nos sofrimentos de Cristo (I Pe 4:12-13), livramento final de toda tristeza e dor (Ap 21:4).
• Comente com os irmãos na célula sobre o cumprimento de alguma promessa de Deus em sua vida.
• Faça o propósito de ler toda a Bíblia e vá marcando as promessas de Deus para nós.
Aliança Familiar
Texto-base: “Feliz quem teme ao Senhor e anda nos seus caminhos” Sl 128:1
A Família
Deus criou a família. Ele fez o primeiro homem, viu a sua necessidade de companhia e preparou-lhe a mulher, fazendo-a sob medida para Adão (Gn 2:18-24). Ambos viviam em plena harmonia (Gn 2:24-25), perfeito amor e comunhão com o seu Criador (Gn 3:8). Todas as tardes, na viração do dia, o Senhor vinha para visitá-los e conversavam. Como é bom voltar a esse paraíso! Como é bom ter um horário marcado com Deus para conversar: ouvi-lo e poder colocar diante Dele os nossos questionamentos, dúvidas, anseios e expectativas… Como é importante o casal ter essa comunhão com Deus e levar os filhos na mesma direção!
Temos visto, em nossos dias, a família se desintegrar, murchar e morrer… O inimigo tem atacado de maneira feroz os casais. Os relacionamentos estão estremecidos com brigas constantes, por motivos banais. A base da boa convivência é o amor e o perdão. O mandamento do Senhor para todos os membros da família é: “amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei” (jo 13:34). O modelo de amor que Jesus nos dá é sacrificial: amar do mesmo modo como Ele nos amou, isto é, estar pronto a dar a vida uns pelos outros.
O maior inimigo do amor é o egoísmo. Quando se pensa em si mesmo acima de tudo, não há lugar para os outros. Hoje em dia, os casamentos estão fracassando por causa do egoísmo. Cada um pensa em ser feliz e não aceita o jugo da renúncia e do perdão (Rm 12:9-21).
O Respeito e a Consideração
A Bíblia nos mostra o povo de Israel com sua história ligada diretamente à formação da família de Abraão. O nascimento de Isaque (Gn 21:1-7) mostra o plano cuidadoso de Deus na formação da nação de Israel e a necessidade da obediência ao Senhor (Gn 22:1-19) para que os projetos divinos se cumpram.
Sabemos que as famílias não são perfeitas. Todos nós temos defeitos e virtudes, não é verdade?
Abraão foi um marido descuidado com sua esposa. Ele foi egoísta ao pensar apenas em si, no Egito (Gn 12:10-20) e entre os filisteus (Gn 20:1-17). Ele pediu a Sarah que falasse que era sua irmã, o que realmente era (por parte de pai), para se proteger da morte (pois muitos maridos eram mortos por causa da beleza de suas esposas). E, Sarah, por sua vez, não demonstrou fé suficiente para crer que Deus lhe daria um filho, entregando ao marido a sua serva Agar (Gn16:1-6).
A Bíblia nos abre as portas dos lares dos patriarcas no VT, e nos permite ver os problemas que enfrentaram e as decisões que tomaram nas diversas circunstâncias. Podemos perceber que todos (Abraão, Isaque (Gn 27), Jacó (Gn 30:1-25), José (Gn 37:1-36), Davi (II Sm 11:1-27), Salomão (I Re 11:1-8), Samuel (I Sm 8:1-3), etc) tiveram os seus acertos e erros. As situações se repetem em nossos lares. Temos o exemplo do passado para que acertemos no presente e asseguremos a vitória no futuro, para que tenhamos uma descendência abençoada.
Você pode citar alguns problemas dos lares da Bíblia que se repetem hoje?
Entre os membros da família é necessário que haja o amor mútuo, a consideração, o respeito e a valorização de cada um. O Senhor diz: “Como é bom e agradável que os irmãos vivam em união” (Sl 133:1). Essa união de coração é proporcionada pelo Espírito Santo de Deus. Ele é o óleo precioso que aplica o amor e o perdão aos corações, aleluia!
Comente na célula algumas lições tiradas da sua experiência familiar, em que houve o perdão e o amor, trazendo soluções.
Falando positivamente da família
Há muitas pessoas que falam mal de seus familiares. Apontam os seus defeitos e mostram suas falhas a todos. Sabemos que a falta de perdão nos faz “cobrar” das pessoas as suas atitudes e falhas. Entretanto o amor “cobre” multidão de pecados. Amar não significa ser conivente com o pecado, aceitando-o como certo, mas consiste em não levar em conta o que foi feito contra nós e cobrir as faltas com o sangue de Jesus.
Fale bem de sua família. Encontre os pontos positivos dela para falar aos outros e entre si. Procure as virtudes de seu cônjuge e fale delas com ele (a). Elogie seus filhos e incentive-os à prática do amor e do perdão. Ame seus pais e esteja junto deles o máximo que lhe for possível. Valorize seus familiares e perdoe as faltas que cometeram em relação a você.
Na história de José, encontramos o mais lindo e emocionante capítulo de perdão. José chorava quando falava com seus irmãos. Ele os amava, mas não tinha a certeza de que eles estivessem arrependidos do mal que lhe fizeram. E, quando Judá se propôs a ficar como escravo no lugar de Benjamin, José se derreteu no íntimo, pois era isto que ele sempre desejara. Que seus irmãos amassem tanto a ele quanto a Benjamin (sem inveja, mágoa ou rancor).
Todos lucram com o amor na família. É necessário que se use as 5 linguagens do amor no lar: 1) Palavras de aceitação, confissões de amor (elogio e estímulo com palavras de carinho); 2) Gastar tempo de comunhão uns com os outros (tirar tempo para passearem juntos, comerem um sanduíche, realizarem encontros familiares para conversarem e lembrarem o passado); 3) Dar presentes (demonstrações de apreço e consideração, gratidão num cartão ou numa ligação telefônica); 4) Servir com amor (fazer algo para demonstrar amor, levar o café na cama, visitar, acompanhar ao dentista, ficar no hospital como acompanhante); 5) Toque (um abraço, um beijo, um afago nos cabelos brancos dos pais).
Para ler e refletir:
Leia os seguintes textos: Sal 127, Sal 128, Pr 31:10-31, Ef 5:22-31, 6:1-4; I Co 13;1-13
Como você tem vivido a vida familiar?
Você sabia que a aliança que temos é de amor e fidelidade?
Como tem sido o relacionamento entre os membros da sua família?
Você tem falado as linguagens de amor na sua família?
Há alguma coisa para perdoar ou para acertar entre você e algum membro da família? Você tem orado pelos seus familiares?
A Família
Deus criou a família. Ele fez o primeiro homem, viu a sua necessidade de companhia e preparou-lhe a mulher, fazendo-a sob medida para Adão (Gn 2:18-24). Ambos viviam em plena harmonia (Gn 2:24-25), perfeito amor e comunhão com o seu Criador (Gn 3:8). Todas as tardes, na viração do dia, o Senhor vinha para visitá-los e conversavam. Como é bom voltar a esse paraíso! Como é bom ter um horário marcado com Deus para conversar: ouvi-lo e poder colocar diante Dele os nossos questionamentos, dúvidas, anseios e expectativas… Como é importante o casal ter essa comunhão com Deus e levar os filhos na mesma direção!
Temos visto, em nossos dias, a família se desintegrar, murchar e morrer… O inimigo tem atacado de maneira feroz os casais. Os relacionamentos estão estremecidos com brigas constantes, por motivos banais. A base da boa convivência é o amor e o perdão. O mandamento do Senhor para todos os membros da família é: “amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei” (jo 13:34). O modelo de amor que Jesus nos dá é sacrificial: amar do mesmo modo como Ele nos amou, isto é, estar pronto a dar a vida uns pelos outros.
O maior inimigo do amor é o egoísmo. Quando se pensa em si mesmo acima de tudo, não há lugar para os outros. Hoje em dia, os casamentos estão fracassando por causa do egoísmo. Cada um pensa em ser feliz e não aceita o jugo da renúncia e do perdão (Rm 12:9-21).
O Respeito e a Consideração
A Bíblia nos mostra o povo de Israel com sua história ligada diretamente à formação da família de Abraão. O nascimento de Isaque (Gn 21:1-7) mostra o plano cuidadoso de Deus na formação da nação de Israel e a necessidade da obediência ao Senhor (Gn 22:1-19) para que os projetos divinos se cumpram.
Sabemos que as famílias não são perfeitas. Todos nós temos defeitos e virtudes, não é verdade?
Abraão foi um marido descuidado com sua esposa. Ele foi egoísta ao pensar apenas em si, no Egito (Gn 12:10-20) e entre os filisteus (Gn 20:1-17). Ele pediu a Sarah que falasse que era sua irmã, o que realmente era (por parte de pai), para se proteger da morte (pois muitos maridos eram mortos por causa da beleza de suas esposas). E, Sarah, por sua vez, não demonstrou fé suficiente para crer que Deus lhe daria um filho, entregando ao marido a sua serva Agar (Gn16:1-6).
A Bíblia nos abre as portas dos lares dos patriarcas no VT, e nos permite ver os problemas que enfrentaram e as decisões que tomaram nas diversas circunstâncias. Podemos perceber que todos (Abraão, Isaque (Gn 27), Jacó (Gn 30:1-25), José (Gn 37:1-36), Davi (II Sm 11:1-27), Salomão (I Re 11:1-8), Samuel (I Sm 8:1-3), etc) tiveram os seus acertos e erros. As situações se repetem em nossos lares. Temos o exemplo do passado para que acertemos no presente e asseguremos a vitória no futuro, para que tenhamos uma descendência abençoada.
Você pode citar alguns problemas dos lares da Bíblia que se repetem hoje?
Entre os membros da família é necessário que haja o amor mútuo, a consideração, o respeito e a valorização de cada um. O Senhor diz: “Como é bom e agradável que os irmãos vivam em união” (Sl 133:1). Essa união de coração é proporcionada pelo Espírito Santo de Deus. Ele é o óleo precioso que aplica o amor e o perdão aos corações, aleluia!
Comente na célula algumas lições tiradas da sua experiência familiar, em que houve o perdão e o amor, trazendo soluções.
Falando positivamente da família
Há muitas pessoas que falam mal de seus familiares. Apontam os seus defeitos e mostram suas falhas a todos. Sabemos que a falta de perdão nos faz “cobrar” das pessoas as suas atitudes e falhas. Entretanto o amor “cobre” multidão de pecados. Amar não significa ser conivente com o pecado, aceitando-o como certo, mas consiste em não levar em conta o que foi feito contra nós e cobrir as faltas com o sangue de Jesus.
Fale bem de sua família. Encontre os pontos positivos dela para falar aos outros e entre si. Procure as virtudes de seu cônjuge e fale delas com ele (a). Elogie seus filhos e incentive-os à prática do amor e do perdão. Ame seus pais e esteja junto deles o máximo que lhe for possível. Valorize seus familiares e perdoe as faltas que cometeram em relação a você.
Na história de José, encontramos o mais lindo e emocionante capítulo de perdão. José chorava quando falava com seus irmãos. Ele os amava, mas não tinha a certeza de que eles estivessem arrependidos do mal que lhe fizeram. E, quando Judá se propôs a ficar como escravo no lugar de Benjamin, José se derreteu no íntimo, pois era isto que ele sempre desejara. Que seus irmãos amassem tanto a ele quanto a Benjamin (sem inveja, mágoa ou rancor).
Todos lucram com o amor na família. É necessário que se use as 5 linguagens do amor no lar: 1) Palavras de aceitação, confissões de amor (elogio e estímulo com palavras de carinho); 2) Gastar tempo de comunhão uns com os outros (tirar tempo para passearem juntos, comerem um sanduíche, realizarem encontros familiares para conversarem e lembrarem o passado); 3) Dar presentes (demonstrações de apreço e consideração, gratidão num cartão ou numa ligação telefônica); 4) Servir com amor (fazer algo para demonstrar amor, levar o café na cama, visitar, acompanhar ao dentista, ficar no hospital como acompanhante); 5) Toque (um abraço, um beijo, um afago nos cabelos brancos dos pais).
Para ler e refletir:
Leia os seguintes textos: Sal 127, Sal 128, Pr 31:10-31, Ef 5:22-31, 6:1-4; I Co 13;1-13
Como você tem vivido a vida familiar?
Você sabia que a aliança que temos é de amor e fidelidade?
Como tem sido o relacionamento entre os membros da sua família?
Você tem falado as linguagens de amor na sua família?
Há alguma coisa para perdoar ou para acertar entre você e algum membro da família? Você tem orado pelos seus familiares?
A mensagem da Paz
Texto Base: “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mt 5: 9)
A mensagem da Paz
O coração humano encheu-se de medo da presença de Deus após o pecado. Adão e Eva se esconderam ao ouvir a voz do Senhor no jardim do Éden (Gn 3:8). Antes, o momento da viração da tarde era esperado com alegria, pois a sua expectativa era ver e ouvir o seu amado Criador. O primeiro casal desfrutava da comunhão celeste, podendo perguntar e ouvir as respostas divinas acerca de todas as coisas. Como era maravilhoso viver assim… Realmente este é o significado de “paraíso”: a presença de Deus conosco sem barreira alguma.
Entretanto o pecado fez a separação entre Deus e o homem (Is 59:2). Um grande abismo se formou por causa da desobediência e o orgulho semeado no coração humano pelo desejo de ser independente de Deus, conhecedor do bem e do mal… Antes Adão e Eva conheciam apenas o bem, agora, experimentaram o mal (Gn 3:6-7). E como isso era ruim. Quantas conseqüências funestas (Rm 3:23, 6:23). Quanto sofrimento (Gn 3:14-19). Quanta confusão e destruição.
O coração do homem ficou sem paz (Is 57:21, 59:8). Inquieto (Gn 4:12). Ansioso (Lc 12:22-30). Triste (II Co 7:10). Culpado (Tg 2:10). Sentindo-se condenado (Jo 3:18). Afastado de Deus. Perseguido pela culpa e sem o caminho de volta. Era necessário que uma mensagem de paz para trazer esperança e devolver ao homem aquela doce e preciosa comunhão. E Deus mesmo se encarregou disso (Ef 2:14).
No Éden Deus anunciou a esperança e concretizou-a na plenitude dos tempos. O anjo anunciou: “Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. e isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura. E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lc:2:10-14).
O Príncipe da Paz
Um dos nomes de Jesus é “Príncipe da Paz”, anunciado 700 anos antes do seu nascimento, pelo profeta Isaías (Is 9:6). O seu governo é de paz (Jo 14:27). Ele se revela como Deus e regente da paz, sendo Ele mesmo a nossa paz.
A felicidade do homem está profundamente relacionada com a paz: paz com Deus, paz consigo mesmo e paz com o próximo. A paz com Deus é estabelecida pelo perdão dos nossos pecados (Rm 5:1). Somente o coração limpo pode contemplar o Senhor e usufruir dos benefícios de sua comunhão gloriosa (Mt 5:8).
A saudação dos cristãos é: “a paz do Senhor”, ou “graça e paz”. É com estas palavras que se iniciam as cartas apostólicas do Novo Testamento (Rm 1:7, I Co 1:3, Gl 1:3, Ef 1:2, Fp 1:2, I Ts 1:2). A paz com Deus advém da segurança de termos os nossos nomes escritos no Livro da Vida. “Já não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1).
As nossas dívidas diante da justiça de Deus foram encravadas na cruz (Cl 2:14). “O castigo que nos traz a paz estava sobre ele”… (Is 53:5b). Em Cristo, nós fomos justificados, isto é, os nossos pecados foram “zerados”, “apagados”, “pagos” à justiça de Deus, e não há mais condenação (Rm 8:1), aleluia! Passamos a ter uma nova vida (II Co 5:17), uma nova história e teremos um novo nome na glória celestial (Ap 2:17).
Ser um Pacificador
Jesus disse que nos daria a sua paz, e realmente cumpriu sua promessa. Porém faz-se necessário manter essa paz em nossos corações (Rm 12:8). E isto depende de nós. “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mt 5: 9). Os filhos de Deus também são filhos da paz. São pacificadores (Rm 12:18). Agentes de paz (II Co 13:11). Transbordantes de paz (Gl 5:22). Semeadores da paz (Rm 10:15).
Para manter o coração cheio de paz é necessário estar sempre com o coração limpo, santo. Sabemos que “santo” não é o que nunca se suja, mas o que sempre se lava. Sempre se lava no sangue do Cordeiro. Se purifica na fonte carmesim do Calvário, de onde procedem perdão e santificação pela atuação do Espírito Santo (I Jo 1:7-9).
Ser um pacificador não consiste em estar “separando brigas dos outros”, ou “pondo água na fervura” dos conflitos alheios. Mas ser um pacificador é ser um semeador da paz, da verdadeira paz. “Orai pela paz de Jerusalém, sejam prósperos os que te amam” (Sl 122:6-9). Esta Jerusalém não é apenas a capital de Israel na Palestina, mas a Jerusalém celestial, a igreja (Gl 4:25-26).
Precisamos orar pela paz, ou melhor pela total direção do Senhor em sua igreja e para que se implante o governo do Príncipe da Paz na Jerusalém terrestre também. Somente experimentamos a paz do Senhor quando estamos no centro de sua vontade. E nada existe melhor do que isto: estar no centro da vontade de Deus. Você tem experimentado essa bênção em seu viver? Você está em paz com Deus? Em paz consigo mesmo? Se alguma coisa te condena ou perturba, confesse a Deus, receba o seu perdão e não aceite mais acusações do inimigo em sua mente. Você está em paz com o seu próximo? Há alguma coisa para perdoar? Alguma coisa para pedir perdão? Acerte com o seu próximo enquanto é tempo e seja um pacificador.
Desafios para a semana
Leia com atenção estes textos e aplique-os à sua vida: II Co 13:11, Gl 5:22, Ef 4:3, 6:23, Cl 3:15, I Ts 5:23, 3:16, Hb 12:14.
Neste final de ano, procure dar de presente literatura (folhetos ou livros) que falem da paz e da salvação, aos seus amigos, colegas de trabalho, formandos e parentes.
Ao amanhecer de cada dia, ore e ministre a paz do Senhor em seu lar, local de trabalho e por onde você for passar. Lembre-se que somos agentes da paz e devemos levá-la através de nossas palavras e atitudes. A paz do Senhor irá aos corações que se abrirem para recebê-la.
Decore alguns desses versículos sobre a paz, principalmente Jo 14:27 (ensine-o aos seus filhos, netos e/ou sobrinhos).
Compartilhe na célula sobre situações em que você viu a atuação de Deus através de sua vida, usando-o como agente da paz.
A mensagem da Paz
O coração humano encheu-se de medo da presença de Deus após o pecado. Adão e Eva se esconderam ao ouvir a voz do Senhor no jardim do Éden (Gn 3:8). Antes, o momento da viração da tarde era esperado com alegria, pois a sua expectativa era ver e ouvir o seu amado Criador. O primeiro casal desfrutava da comunhão celeste, podendo perguntar e ouvir as respostas divinas acerca de todas as coisas. Como era maravilhoso viver assim… Realmente este é o significado de “paraíso”: a presença de Deus conosco sem barreira alguma.
Entretanto o pecado fez a separação entre Deus e o homem (Is 59:2). Um grande abismo se formou por causa da desobediência e o orgulho semeado no coração humano pelo desejo de ser independente de Deus, conhecedor do bem e do mal… Antes Adão e Eva conheciam apenas o bem, agora, experimentaram o mal (Gn 3:6-7). E como isso era ruim. Quantas conseqüências funestas (Rm 3:23, 6:23). Quanto sofrimento (Gn 3:14-19). Quanta confusão e destruição.
O coração do homem ficou sem paz (Is 57:21, 59:8). Inquieto (Gn 4:12). Ansioso (Lc 12:22-30). Triste (II Co 7:10). Culpado (Tg 2:10). Sentindo-se condenado (Jo 3:18). Afastado de Deus. Perseguido pela culpa e sem o caminho de volta. Era necessário que uma mensagem de paz para trazer esperança e devolver ao homem aquela doce e preciosa comunhão. E Deus mesmo se encarregou disso (Ef 2:14).
No Éden Deus anunciou a esperança e concretizou-a na plenitude dos tempos. O anjo anunciou: “Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. e isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura. E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lc:2:10-14).
O Príncipe da Paz
Um dos nomes de Jesus é “Príncipe da Paz”, anunciado 700 anos antes do seu nascimento, pelo profeta Isaías (Is 9:6). O seu governo é de paz (Jo 14:27). Ele se revela como Deus e regente da paz, sendo Ele mesmo a nossa paz.
A felicidade do homem está profundamente relacionada com a paz: paz com Deus, paz consigo mesmo e paz com o próximo. A paz com Deus é estabelecida pelo perdão dos nossos pecados (Rm 5:1). Somente o coração limpo pode contemplar o Senhor e usufruir dos benefícios de sua comunhão gloriosa (Mt 5:8).
A saudação dos cristãos é: “a paz do Senhor”, ou “graça e paz”. É com estas palavras que se iniciam as cartas apostólicas do Novo Testamento (Rm 1:7, I Co 1:3, Gl 1:3, Ef 1:2, Fp 1:2, I Ts 1:2). A paz com Deus advém da segurança de termos os nossos nomes escritos no Livro da Vida. “Já não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1).
As nossas dívidas diante da justiça de Deus foram encravadas na cruz (Cl 2:14). “O castigo que nos traz a paz estava sobre ele”… (Is 53:5b). Em Cristo, nós fomos justificados, isto é, os nossos pecados foram “zerados”, “apagados”, “pagos” à justiça de Deus, e não há mais condenação (Rm 8:1), aleluia! Passamos a ter uma nova vida (II Co 5:17), uma nova história e teremos um novo nome na glória celestial (Ap 2:17).
Ser um Pacificador
Jesus disse que nos daria a sua paz, e realmente cumpriu sua promessa. Porém faz-se necessário manter essa paz em nossos corações (Rm 12:8). E isto depende de nós. “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mt 5: 9). Os filhos de Deus também são filhos da paz. São pacificadores (Rm 12:18). Agentes de paz (II Co 13:11). Transbordantes de paz (Gl 5:22). Semeadores da paz (Rm 10:15).
Para manter o coração cheio de paz é necessário estar sempre com o coração limpo, santo. Sabemos que “santo” não é o que nunca se suja, mas o que sempre se lava. Sempre se lava no sangue do Cordeiro. Se purifica na fonte carmesim do Calvário, de onde procedem perdão e santificação pela atuação do Espírito Santo (I Jo 1:7-9).
Ser um pacificador não consiste em estar “separando brigas dos outros”, ou “pondo água na fervura” dos conflitos alheios. Mas ser um pacificador é ser um semeador da paz, da verdadeira paz. “Orai pela paz de Jerusalém, sejam prósperos os que te amam” (Sl 122:6-9). Esta Jerusalém não é apenas a capital de Israel na Palestina, mas a Jerusalém celestial, a igreja (Gl 4:25-26).
Precisamos orar pela paz, ou melhor pela total direção do Senhor em sua igreja e para que se implante o governo do Príncipe da Paz na Jerusalém terrestre também. Somente experimentamos a paz do Senhor quando estamos no centro de sua vontade. E nada existe melhor do que isto: estar no centro da vontade de Deus. Você tem experimentado essa bênção em seu viver? Você está em paz com Deus? Em paz consigo mesmo? Se alguma coisa te condena ou perturba, confesse a Deus, receba o seu perdão e não aceite mais acusações do inimigo em sua mente. Você está em paz com o seu próximo? Há alguma coisa para perdoar? Alguma coisa para pedir perdão? Acerte com o seu próximo enquanto é tempo e seja um pacificador.
Desafios para a semana
Leia com atenção estes textos e aplique-os à sua vida: II Co 13:11, Gl 5:22, Ef 4:3, 6:23, Cl 3:15, I Ts 5:23, 3:16, Hb 12:14.
Neste final de ano, procure dar de presente literatura (folhetos ou livros) que falem da paz e da salvação, aos seus amigos, colegas de trabalho, formandos e parentes.
Ao amanhecer de cada dia, ore e ministre a paz do Senhor em seu lar, local de trabalho e por onde você for passar. Lembre-se que somos agentes da paz e devemos levá-la através de nossas palavras e atitudes. A paz do Senhor irá aos corações que se abrirem para recebê-la.
Decore alguns desses versículos sobre a paz, principalmente Jo 14:27 (ensine-o aos seus filhos, netos e/ou sobrinhos).
Compartilhe na célula sobre situações em que você viu a atuação de Deus através de sua vida, usando-o como agente da paz.
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