domingo, 23 de maio de 2010

Que farei de Jesus?

MATEUS 27.1-66

Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja
crucificado! Responderam todos. (Mt 27.22.)

Posso ver meu Senhor ali na cruz,
Seu olhar de luz, seu corpo de dor.
Posso ouvir sua voz, bradando: Tenho sede!
Como homem, sofrendo em meu lugar, por amor.
Ah, como foi tremendo o seu penar,
Por me amar, para me perdoar,
Para me sarar e salvar,
Para, enfim, ao lar celeste me levar.

Jesus foi levado pelos principais dos judeus perante Pilatos. Não queriam
condená-lo apenas por blasfêmia contra a lei de Moisés. Jesus mesmo lhes havia
exposto, em provas de fato, que era o Cristo de Deus, o prometido do Senhor
pelos profetas antigos. O Conselho dos Anciãos, composto de sacerdotes, nobres
e intérpretes da lei, havia se reunido e condenado o Rabi da Galiléia. Eles queriam
as mãos de Roma para crucificá-lo. Seu crime: ser o Filho de Deus.

As profecias apontavam para ele. Sua linhagem apontava para o trono de
Davi. Seu caráter apontava para a perfeição de Deus. Suas obras apontavam
para o Espírito Santo.

E queriam que Pilatos o interrogasse e o julgasse culpado. Mas não havia
culpa em Jesus de Nazaré, pois fizera apenas o bem. O que farei de Jesus
chamado Cristo? perguntou Pilatos à multidão. Roma não encontrava nele
nenhum crime. E, como todos gritassem que fosse crucificado, ele tomou
uma bacia diante de todos e lavou as mãos, num gesto simbólico: “Não tenho
nada com isto”. Mas, em relação a Jesus, ninguém se omite. Todos têm
de tomar a suprema decisão: proclamá-lo Rei ou negá-lo.

Não há escapatória. O que farei de Jesus chamado Cristo? Você tem de
responder e se posicionar.
Jesus é seu Rei e Senhor?

Quando vieres no teu reino

LUCAS 23.25-47E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino.(Lc 23.42.)A crucificação dos condenados por Roma era algo desumano e muitocruel. A morte se dava por asfixia, após longa e agonizante tortura. Ali nacruz, Jesus falou palavras de tremendo significado: Pai, perdoa-lhes porquenão sabem o que fazem. Dessa forma, Jesus estendeu o seu perdão a todahumanidade. Ele não tem por culpados de sua morte os romanos que opregaram ou os judeus que o entregaram à cruz. Foram os nossos pecadosque o levaram ao Calvário. Os homens jamais poderiam ser salvos de suasculpas, dores e condenação. Cristo nos amou. Ele se ofereceu para assumira nossa identidade; sua morte foi substitutiva. Em Cristo, nos tornamosnovas criaturas.Essa experiência maravilhosa foi vivenciada pelo ladrão da cruz.Ali estavam os dois malfeitores que foram crucificados juntamente como Senhor. Um o negou e blasfemou, zombando de Jesus. O outro, porém,teve mais fé até que os próprios apóstolos, pois disse: Senhor, lembra-te demim quando vieres no teu reino. Ele cria que Jesus era o Messias prometido ehaveria de reinar não só em Israel, mas no mundo inteiro. E no seu últimoclamor, pôde receber do Senhor a promessa imediata de vida eterna.Aquele ladrão arrependido não teve tempo de ser batizado, de pertencera uma igreja cristã, de oferecer seu culto de louvor e adoração. Contudo,em todos estes anos, tem sido um dos maiores pregadores da salvação. Umnegou e rejeitou o perdão de Jesus; o outro o aceitou e foi transformado.Em qual das duas posições você está? Você tem pregado esse amor?Não há amor maior que o teu, Jesus,Ninguém ousaria morrer pelos maus e ingratos,Mas teu sangue derramado ali, nos fez perdoados,E podemos entrar em tua casa, na luz.Pois tua vida nos deste, morrendo na cruz.Pai, não há presente maior que este que nos destes: a salvaçãoem Cristo. O preço foi alto demais porque a bênção é a maior ea mais importante dádiva para o coração humano. Obrigado,Senhor. Amém.LUCAS 23.25-47E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino.(Lc 23.42.)A cruci? cação dos condenados por Roma era algo desumano e muitocruel. A morte se dava por asfixia, após longa e agonizante tortura. Ali nacruz, Jesus falou palavras de tremendo significado: Pai, perdoa-lhes porquenão sabem o que fazem. Dessa forma, Jesus estendeu o seu perdão a todahumanidade. Ele não tem por culpados de sua morte os romanos que opregaram ou os judeus que o entregaram à cruz. Foram os nossos pecadosque o levaram ao Calvário. Os homens jamais poderiam ser salvos de suasculpas, dores e condenação. Cristo nos amou. Ele se ofereceu para assumira nossa identidade; sua morte foi substitutiva. Em Cristo, nos tornamosnovas criaturas.Essa experiência maravilhosa foi vivenciada pelo ladrão da cruz.Ali estavam os dois malfeitores que foram crucificados juntamente como Senhor. Um o negou e blasfemou, zombando de Jesus. O outro, porém,teve mais fé até que os próprios apóstolos, pois disse: Senhor, lembra-te demim quando vieres no teu reino. Ele cria que Jesus era o Messias prometido ehaveria de reinar não só em Israel, mas no mundo inteiro. E no seu últimoclamor, pôde receber do Senhor a promessa imediata de vida eterna.Aquele ladrão arrependido não teve tempo de ser batizado, de pertencera uma igreja cristã, de oferecer seu culto de louvor e adoração. Contudo,em todos estes anos, tem sido um dos maiores pregadores da salvação. Umnegou e rejeitou o perdão de Jesus; o outro o aceitou e foi transformado.Em qual das duas posições você está? Você tem pregado esse amor?Não há amor maior que o teu, Jesus,Ninguém ousaria morrer pelos maus e ingratos,Mas teu sangue derramado ali, nos fez perdoados,E podemos entrar em tua casa, na luz.Pois tua vida nos deste, morrendo na cruz.Pai, não há presente maior que este que nos destes: a salvaçãoem Cristo. O preço foi alto demais porque a bênção é a maior ea mais importante dádiva para o coração humano. Obrigado,Senhor. Amém.LUCAS 23.25-47E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino.(Lc 23.42.)A cruci? cação dos condenados por Roma era algo desumano e muitocruel. A morte se dava por asfixia, após longa e agonizante tortura. Ali nacruz, Jesus falou palavras de tremendo significado: Pai, perdoa-lhes porquenão sabem o que fazem. Dessa forma, Jesus estendeu o seu perdão a todahumanidade. Ele não tem por culpados de sua morte os romanos que opregaram ou os judeus que o entregaram à cruz. Foram os nossos pecadosque o levaram ao Calvário. Os homens jamais poderiam ser salvos de suasculpas, dores e condenação. Cristo nos amou. Ele se ofereceu para assumira nossa identidade; sua morte foi substitutiva. Em Cristo, nos tornamosnovas criaturas.Essa experiência maravilhosa foi vivenciada pelo ladrão da cruz.Ali estavam os dois malfeitores que foram crucificados juntamente como Senhor. Um o negou e blasfemou, zombando de Jesus. O outro, porém,teve mais fé até que os próprios apóstolos, pois disse: Senhor, lembra-te demim quando vieres no teu reino. Ele cria que Jesus era o Messias prometido ehaveria de reinar não só em Israel, mas no mundo inteiro. E no seu últimoclamor, pôde receber do Senhor a promessa imediata de vida eterna.Aquele ladrão arrependido não teve tempo de ser batizado, de pertencera uma igreja cristã, de oferecer seu culto de louvor e adoração. Contudo,em todos estes anos, tem sido um dos maiores pregadores da salvação. Umnegou e rejeitou o perdão de Jesus; o outro o aceitou e foi transformado.Em qual das duas posições você está? Você tem pregado esse amor?Não há amor maior que o teu, Jesus,Ninguém ousaria morrer pelos maus e ingratos,Mas teu sangue derramado ali, nos fez perdoados,E podemos entrar em tua casa, na luz.Pois tua vida nos deste, morrendo na cruz.

Nem pão, alforje ou dinheiro

MARCOS 6.7-13

Ordenou-lhes que nada levassem para o caminho, exceto um bordão;nem pão, nem alforje, nem dinheiro. (Mc 6.8.)De que mesmo preciso para viver?O que me é mesmo essencial?O que é indispensável para ter?Será que na riqueza está o mal?O Senhor me ensina e compreendo,Que só nele eu devo confiar.Não colocar nas coisas o pensamento,Mas a Cristo primeiro vou buscar.Jesus enviou os seus discípulos para irem, dois a dois, pelas aldeias e vilas deIsrael, levando a mensagem do evangelho.

Deu-lhes recomendações especiaispara essa tarefa: não deveriam levar pão para o caminho. Como isso seria possível?Como iriam se alimentar durante todo aquele percurso? Essa orientação eraexatamente para que eles dependessem totalmente de Deus, e soubessem queele estava presente. Mais tarde, Jesus perguntou aos discípulos: Quando eu vosmandei sair para evangelizar e curar, faltou alguma coisa para vocês? Eles responderamao Mestre: Nada. Eles haviam saído em direções diferentes, para lugaresdiferentes e estavam todos guardados e alimentados pelo Senhor.Também não deveriam levar alforje ou dinheiro. E, se necessitassem dealguma coisa na viagem? Uma hospedaria, um remédio.

Eles não precisariamtemer nada, pois, com o Senhor, nada lhes faltaria. Apenas levariamum bordão. Esse instrumento era muito usado por quem viaja a pé. Era paradar firmeza, facilitar nas subidas e descidas, verificar a profundidade de rios,lagos e perigos de pântanos. Servia também para a defesa pessoal, quanto acobras, animais do caminho, etc. Era a arma do pastor de ovelhas.Com essa recomendação de se levar apenas o bordão na jornada da obediência,Jesus nos adverte da necessidade de o servo do Senhor andar sempre firme earmado. A espada do Espírito é para a nossa defesa nesta caminhada aqui.Sabia que você também foi convocado para alistar-se no exército do Senhor? Suafarda está pronta, e o treinamento já começou. Pode vir, a vitória já está garantida.

Num prato

MARCOS 6.14-29E, trazendo a cabeça num prato, a entregou à jovem, e esta, por suavez, a sua mãe. (Mc 6.28.)


E, trazendo a cabeça num prato, a entregou à jovem, e esta, por suavez, a sua mãe. (Mc 6.28.)Herodias odiava João Batista, e estava esperando apenas uma oportunidadepara matá-lo. Ela estava casada com Herodes, seu cunhado, tetrarca daJudéia. Este mandara prender João Batista e, vez por outra, mandava trazê-loà sua presença, e o ouvia de bom grado.Chegou o dia do aniversário de Herodes.

Prepararam-lhe uma festa digna deum rei. Herodes estava muito alegre, e o vinho “corria solto”. A filha de Herodiasdançou com tanta graça e beleza que o rei lhe prometeu com juramento que lhedaria o que pedisse. Até metade do reino. Imediatamente, a menina procurou saber qual era o desejo de sua mãe, e esta a aconselhou a pedir ao rei: Quero que,sem demora, me dês num prato a cabeça de João Batista... Era um pedido muito estranho e cruel.

A linguagem do palácio real naquela época era a crueldade, afrieza para com os seres humanos. Para os que estavam no sistema do mundo, o que lhes importava era o poder. E João foi degolado pelo carrasco.Que cena terrível para essa menina, que provavelmente era uma adolescente.A cabeça do homem de Deus num prato. Como estariam seus olhos?Haveria sangue ali? Só mesmo uma mente perversa poderia pensar numtipo de presente como esse. Um prato é recipiente para se colocar alimento,frutas, ou até mesmo um arranjo de flores, nunca uma cabeça humana.

Que contraste! As coisas de Deus são puras, perfeitas e boas; as do inimigo,porém, são horríveis.Você pode escolher o Deus a quem quer servir. Lembre-se: só há doisreinos, o da luz e o das trevas. Não há meio termo. Escolha Jesus! Venha hojepara a luz onde tudo é paz e amor.

Efatá!

MARCOS 7.31-37Depois, erguendo os olhos ao céu, suspirou e disse: Efatá!, que querdizer:
Abre-te!

(Mc 7.34.)Abre, Senhor, os meus olhos para ver-te,Os meus ouvidos para ouvir-te,O meu entendimento para compreenderA tua Palavra e obedecer.Abro, Senhor, para ti, meu coração,Para que, de mim, possa fluir doce canção.

Jesus encontrava-se em território de estrangeiros. Gente que ouvira a seu respeitoe vinha para vê-lo, ouvir os seus ensinos e ser por ele curada. Gente que caminhavasó, que tinha suas lutas, suas revoltas, suas esperanças e suas frustrações.Gente que era como ovelhas que não têm pastor. Mas ele era pastor, com coraçãode pastor, com voz de pastor, com amor de pastor. E, por isso, todos queriam sechegar a ele. Sua fama corria, e Jesus nem tinha descanso.

Atravessava o território de Decápolis, e trouxeram-lhe um surdo e gago.Geralmente os surdos não falam por serem surdos, e os sons que transmitemsão imperfeitos, por isso são gagos. E Jesus, tirando-o do meio damultidão, levou-o à parte, tocou-lhe os ouvidos com os dedos, como quepara desentupi-los. E tocou a língua com saliva. Sua oração foi um suspiro:Abre-te! ou Efatá! Os ouvidos do homem foram abertos, e passou a falar comdesembaraço.Que maravilha! O toque de Jesus nos faz ouvir e falar perfeitamente.Muitas vezes não falamos das coisas do Senhor porque não o estamosouvindo bem. É preciso que o impedimento saia.

Às vezes, é uma “pedrade cera”, um “corpo estranho”, um obstáculo entre a voz de Deus e o nossocoração. O toque do Senhor desentope tudo. Às vezes, os médicos lavam osouvidos do paciente com jatos de água morna. Sai toda a sujeira.Quem sabe, você não está precisando de um bom jato da água da Palavrapara ouvir melhor e voltar a falar?

Um campo de cevada

Puseram-se no meio daquele terreno, e o defenderam, e feriram os filisteus;e o Senhor efetuou grande livramento. (1Cr 11.14.)Senhor, quero valorizarAs pequeninas coisas que parecemAos outros não ter valor,Mas que preciosas são para ti.Valorizar os dias que se passam,Os familiares, os amigos,Os que conosco convivem e gastam seu tempo.As muitas lembranças, as lutas, as vitórias,Achar o próximo que está tão próximo e que às vezesNão vemos que ele precisa de nós.Ajuda-nos a ver com teus olhos, a desatar os nósQue nos impedem de perceberE conquistar o que pequeno parece ser.

Entre os valentes de Davi, encontramos Eleazar, filho de Dodô, que teveuma grande participação nas vitórias sobre os filisteus. Ele estava com Daviem Pas-Damim, quando os filisteus inimigos se ajuntaram para a peleja. Eali, num pequeno pedaço de terra onde havia cevada, o povo do lugar fugiupor causa dos filisteus. E Davi e Eleazar puseram-se no meio daquele campopara defendê-lo.

Lutaram heroicamente contra os filisteus e os derrotaram.Fora um ato de grande bravura. Deus os usara poderosamente com suasarmas e coragem. A narrativa de 1 Crônicas termina dizendo: E o Senhorefetuou grande livramento.Um pequeno pedaço de terra com apenas cevada. Este cereal era o maisbarato em Israel. Com ele se fazia o pão do pobre. O que haveria de tão importantenessa peleja por tão pouco? Não era apenas o tamanho da terra, oua qualidade do seu produto, mas a defesa do território do Senhor.

O inimigonão poderia se apossar do que pertencia ao povo de Israel e, por conseguinteao Deus de Israel.Nunca devemos desprezar o que pertence ao Senhor. Nunca olhe parauma pessoa desmerecendo o valor dela. Lembre-se de que o Senhor Jesusmorreu na cruz para nos salvar. Ele não selecionou os que seriam salvos. Nãoescolheu os melhores; nesse caso, nós provavelmente não estaríamos entre osescolhidos. Um alto preço foi pago por apenas um campo de cevada.Mesmo que sejamos tão insignificantes aos nossos olhos, ele nos comproucom o sacrifício de seu Filho. Ele nos valoriza e luta por nós. Não deixeo inimigo diminuir o seu valor.

Pai, ali na cruz do Calvário, o Senhor Jesus se deu por nós. Elenão mediu o sacrifício que faria para nos ter junto de si, naglória eterna. Ajuda-nos a reconhecer esse amor e tambéma amar a todos por quem Cristo morreu, levando-lhes essamensagem de perdão. Amém.

Medo dos gigantes

O Senhor está comigo; não temerei. Que me poderá fazer o homem?(Sl 118.6.)Moisés separa doze príncipes representantes das tribos de Israel e os enviaa espiar a terra prometida. Depois de quarenta dias de inspeção e “turismo”,trazem junto com seu relatório uma prova da abundância da terra.Um cacho de uvas tão grande que precisou de dois homens para conduzi-loem varas sobre os ombros.

A terra realmente manava leite e mel, doçura efertilidade. As cidades eram prósperas e muradas; os pastos, verdes, e a água,abundante. Entretanto, os olhos de dez espias estavam concentrados nasdi? culdades para conquistar a terra. Olharam para o tamanho das muralhas,para os gigantes descendentes de Anaque, que eram enormes e assustadores.Olharam para os problemas, não para o seu Deus.Nos dois anos de peregrinação pelo deserto, Israel já havia experimentadocoisas inacreditáveis. Derrotaram o Egito sem haver derramamento desangue. No Egito, eram apenas escravos, sem direito a nada. Contudo, aosaírem, estavam carregados de riquezas. Ouro, prata, pedras preciosas, linho? no, carmesim e púrpura, tudo isso fazia parte da sua bagagem. De dia, tinhama nuvem da presença do Senhor a lhes fazer sombra.

À noite, a nuvem se tornava em coluna de fogo para aquecer e iluminar o povo. Para comer,tinham o “pão dos anjos”, o maná, que lhes garantia saúde. Para beber, haviaa água saída da rocha, quando precisassem. Era Deus mostrando-lhes seucuidado e garantindo vitória.Mas o povo teve medo dos gigantes. Não olhou para os milagres e parao Autor desses milagres. Então o Senhor lhes deu a sentença: haveriam deperegrinar no deserto por quarenta anos. Cada dia de reconhecimento daterra valeria por um ano.Quantas vezes nos vemos dando voltas nos desertos da vida, por nãotermos olhos para contemplar o poder do nosso Deus. Abra os olhos! Vejaquantos milagres você já testemunhou! Não tenha medo dos gigantes; eles jáestão vencidos. E, por causa da cruz de Jesus, são eles que estão com medode nós.